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23 de dez. de 2011

Estreia - Românticos Anônimos

Ilustração da artista plástica Jana Magalhães para Angelique e Jean-René

Chega aos cinemas a estreia mais doce do ano! Românticos Anônimos, do francês Jean-Pierre Améris promete incrementar esta época do ano com muita doçura e simpatia. A doçura, claro, faz uma alusão aos deliciosos chocolates, que enfeitam o filme e a simpatia, nos leva a uma experiência única, de notar os rumos dos relacionamentos amorosos nos dias atuais, com certeza, vendo a timidez do casal protagonista e desejando, torcendo para que os dois tenham um final feliz. Românticos Anônimos é mais do que uma simples comédia romântica - trata-se de um modo bem-humorado de mostrar aos espectadores sobre como, em cada um, existe a vontade de superar todas as barreiras impostas em nosso dia-a-dia, que os impedem de ser completamente felizes, sem receios e sem acanhamento.
A história contada por Jean-Pierre Améris reune Angelique (Isabelle Carré) e Jean-René (Benoît Poelvoorde): ele, dono de uma fábrica de chocolates e, ela, especialista em seu preparo. O que os une também é a timidez e a dificuldade em se relacionar com outras pessoas. O cineasta Jean-Pierre Améris contou, inclusive que, muito do que está nesta produção foi fruto de suas próprias experiências de vida, como o fato de ter participado de um grupo de ajuda para pessoas com problemas de sociabilização. A timidez crônica, vivida pelos protagonistas é uma arma infalível, que garante um humor limpo, sem fronteiras com seu público.
Fica muito claro que Angelique e Jean-René são feitos um para o outro; seriam um casal perfeito, se não fosse pela dificuldade em se comunicarem e expressar seus verdadeiros sentimentos. E nisto, Améris os coloca em um plano muito humano, sem julgamentos por suas condições psicológicas e muito menos teorias que justifiquem este comportamento; de fato, como conhecedor da causa, o diretor dá um ar muito mais realista à esta condição vivida pelo casal, assim como entrelaça-a a uma perspectiva vivida por muitos na vida real. É uma produção que vai arrancar risadas e suspiros, além de dar água na boca.
Veja o trailer de Românticos Anônimos, estreia da semana, com distribuição da Imovision:

22 de nov. de 2011

Em Breve - Para Poucos e Adeus, Primeiro Amor

"O amor é a única coisa que conta. É a minha razão de viver." - Adeus, Primeiro Amor

"Na vida, mesmo se estamos felizes, esperamos sempre que alguma coisa aconteça, que alguma coisa nos arrebate." - Para Poucos

Tanto em Para Poucos como em Adeus, Primeiro Amor, a temática da paixão e do relacionamento amoroso estão em plano principal, levando seus espectadores a uma reflexão profunda sobre as profundas mudanças que acontecem com o ser-humano quando este descobre o sentimento do prazer, promovido pelo instigante sentido causado por aquilo que chamamos de amor. Cada um a seu modo, ambos os filmes tratam de forma muito realista a maneira como as pessoas se relacionam; seja pelo sentimento puro do amor, seja pelo desejo sexual contido em cada um.

Para Poucos conta a história de 2 casais: Rachel (Marina Foïs) e Franck (Roschdy Zem), Vincent (Nicolas Duvauchelle) e  Teri (Élodie Bouchez). Pode-se entender que este emblemático número sugere a todos os espectadores um núcleo principal, que relacionado ao impulso da vida conjugal, iniciam uma experiência nova, onde o amor livre é pregado como um modo de vida. O diretor Antony Cordier trabalha com a quebra dos tabus existentes nas sociedades ocidentais, pegando exatamente tipos presentes nestas sociedades e tranformando-os em verdadeiros homens que não se acanham perante suas vontades e instintos. Eles são guiados pela paixão que sentem uns pelos outros, ao modo em que querem se sentir mais vivos e, sem guardar segredos ou mentiras, são colocados à prova em todos os momentos em que se aprofundam mais nesta busca. Em closes de filmagem, cada personagem pode expressar o grau de suas tensões, sejam elas sociais ou sexuais, evidenciando conflitos pouco aparentes e levando o espectador a um sólido questionamento moral sobre paradigmas sociais existentes e quase nunca comentados.

Em Adeus, Primeiro Amor, a temática destas relações são evidenciadas de forma muito mais singela. A diretora Mia-Hansen Løve guia seus espectadores através de paisagens contrastantes para mostrar os altos e baixos do amor entre dois adolescentes. Camille (Lola Créton) e Sullivan (Sebastian Urzendowsky) são jovens e apaixonados; ela, muito mais do que ele, que decide sem relutar por uma viagem à América do Sul ao invés de estar com a namorada. Ele se vai, ela entra em depressão e, com isso, anos passam até, agora a jovem adulta, superar este trauma de sua juventude. Quase formada, conhece o famoso arquiteto norueguês Lorenz (Magne Havard Brekke); os dois se envolvem. Camille parece feliz com sua nova vida, até o retorno de Sullivan, que muda completamente o viés desta perspectiva, retratada por Hansen-Løve com uma sensibilidade única, sublime e, ao mesmo tempo, inocente, feminino. Um filme emocionante, para todos aqueles que também já viveram um primeiro amor inesquecível.

Veja os trailers de Para Poucos e Adeus, Primeiro Amor, em breve nos cinemas:


16 de nov. de 2011

Em Cartaz - A Criança da Meia-Noite e Esses Amores

As relações humanas são o ponto central de Esses Amores, de Claude Lelouch e A Criança da Meia-Noite, de Delphine Gleize. Com um toque marcante aos espectadores, ambas as produções estão em cartaz pelos cinemas do país. 

Em A Criança da Meia-Noite, a amizade entre um médico e seu paciente é o tema de destaque na produção; nela, o dermatologista David (Vincent Lindon) possui como paciente o jovem Romain (Quentin Challal), que sofre de uma rara desordem genética que o impede de ser exposto à radiação ultravioleta, presente na luz solar, chamada de Xeroderma Pigmentoso. Com isto, o médico é responsável pelos cuidados com o garoto desde que ele era pequeno, desenvolvendo assim uma relação de grande proximidade entre eles, além do fato de que o jovem fora abandonado por seu pai. Esta ligação está presente e é mostrada por Delphine Gleize a partir de uma visão única sobre as relações pessoais, que é brutalmente transformada com o anúncio de que David precisa deixar o caso. Quando a despedida entre as duas personagens se aproxima, então chega o momento em que ambos precisam passar por uma provação. A diretora, em sua mais recente obra, baseou-se em diversos estudos sobre a doença, para, inclusive, desenvolver o figurino especial utilizado por Romain.

Já em Esses Amores, um drama que se pauta na temática do amor, com os traços já conhecidos e peculiares de Claude Lelouch, muitas vezes confundido e considerado simplista e superficial, porém, segundo o próprio diretor, os filmes contam histórias que realmente acontecem na vida real, algo que coloca, de fato, seus espectadores para refletir sobre a efemeridade dos sentimentos e da visão do amor. Nesta produção, a história contada é a de Ilva (Audrey Dana), uma mulher nascida na primeira metade do século XX, determinada e moderna, uma mulher a frente de seu tempo que vive intensamente sua paixões sem deixar que as regras sociais ou as dificuldades a impeçam de sonha. Tudo isso até, em plena Segunda Guerra Mundial, se apaixonar por um nazista e, após a retomada da França, apaixonada por dois homens ao mesmo tempo e sem capacidade de escolher, faz com que dois amigos iniciem uma disputa particular. Uma emocionante obra, que faz o público pensar o que realmente é o amor, a paixão e o desejo, encenados de maneira tão intensa. 


Veja os trailers de A Criança da Meia-Noite e Esses Amores, ambos nos cinemas:


11 de nov. de 2011

Saiba onde assistir aos filmes da Imovision



Programação referente à semana de 11/11 a 17/11

Turnê
Festival de Cinema de Paraty 

Cópia Fiel    
Cinemateca  Paulo  Amorim, em Porto Alegre  
Cinemark  Shopping Rio Mar, em Aracaju 

Vincere 
Cinemark Shopping D
   
Minhas Tardes Com Margarette 
Cinemas Topázio, em Campinas
Espaço Villaggio, em Sorocaba
Usiminas  Belas  Artes, em Belo Horizonte
Cine Eldorado, em São José do Rio Preto
Gran Cine Bardot, no Rio de Janeiro

Gansbourg – O Homem  Que  Amava  as  Mulheres
Cinema da  UFBA, em Salvador

Mamute  
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre 

Esses Amores 
Estação Laura Alvim, no Rio de  Janeiro
Cine Rosa e Silva, em Recife
Cine Batel, em Curitiba 

Medianeras 
São Paulo
Reserva Cultural

Rio de Janeiro 
Cine Joia

Porto Alegre 
GNC Moinhos 

Salvador 
Cinema da UFBA

Borboletas Negras
Cine Guion, em Porto Alegre
Cine Santa Tereza, no Rio de Janeiro 

Meu País 
São Paulo
Reserva  Cultural   
Playarte Praça Da  Moça - Diadema 

Rio de Janeiro  
Cinemark Niterói   
Cine Gacemis, em Volta Redonda
Cine Santa Tereza
Cine Glória

Maringá  
Circuito Cinemas
Cinesystem Maringá 
Cine Catuaí

Blumenau   
Cine Polis 

Cuiabá
Cine Araújo

A Criança Da Meia-Noite
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Guion Center, em Porto Alegre

Se Não Nós, Quem? 
São Paulo 
Reserva Cultural 
Unibanco Arteplex 
Playarte Bristol 

Rio de Janeiro 
Espaço SESC de Cinema  
Estação Ipanema

Porto Alegre
Cine Guion, pré-esteia 12/11 

O Garoto da Bicicleta                                                                                     
São Paulo
Reserva Cultural, pré-estreia 12/11
Unibanco Arteplex, pré-estreia 12/11
Playarte Bristol, pré-estreia 12/11

Rio de Janeiro
Unibanco Arteplex, pré-estreia 12/11

Belo Horizonte
Usiminas Belas Artes, pré-estreia 11/11

9 de nov. de 2011

Em Breve - Cairo 678 e As Neves do Kilimanjaro


Após a 35ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o diretor Robert Guédiguian, já conhecido por filmes como Lady Jane e Armênia, retorna em um ritmo mais intenso. As Neves do Kilimanjaro foi um sucesso absoluto em sua exibição no festival, agradando ao público e à crítica. Em sua mais recente produção, Guédiguian conta a história de Michael, um homem desempregado que leva uma vida feliz com sua esposa, Marie-Claire, interpretada por Ariane Ascaride. Eles são casados há mais de 30 anos e convivem harmoniosamente com filhos e netos, além de estarem sempre cercados de amigos próximos. Além disso, o casal se orgulha de sua luta política e dos valores morais os quais acreditam. Tudo parece perfeito, induzindo os espectadores a acharem que este é mais um filme adocicado. O que o público não espera é que Robert Guédiguian sempre possui uma carta nas mangas e, esta provável harmonia é sempre desmistificada com uma surpresa. No caso de As Neves do Kilimanjaro, esta surpresa se deve ao destino do casal, cuja felicidade se interrompe ao passo que são surpreendidos por homens armados e mascarados, que os atacam violentamente e levam todo o dinheiro que Michael e Marie-Claire haviam guardado para fazer uma viagem ao Monte Kilimanjanro.


Nesta narrativa típica de Guédiguian, com conflitos e grandes choques ao espectador, o casal protagonista também é levado ao choque quando descobrem os autores do ataque. Uma verdadeira obra de suspense, aos moldes de um consagrado diretor que, nos mais diversos assuntos, consegue prender a atenção de seu público e levá-los ao extremo de suas emoções. 

Em breve também, uma experiência única proporcionada aos espectadores é a nova obra de Mohamed Diab. É do conhecimento de todos que existem marcantes produções que retratem o sofrimento da mulher no mundo árabe, porém, o que o público não espera é exatamente o que se mostra em Cairo 678, uma obra que mostra aos espectadores uma nova visão sobre a violência contra a mulher nestes países, o viés utilizado pelo diretor se foca completamente ao transporte público no Egito, ou seja, o 678 faz alusão ao ônibus que três mulheres egípcias utilizam diariamente, expondo os problemas vividos por elas neste tipo de transporte, onde são, não raramente, vítimas de abuso sexual e até mesmo estupro. Cairo 678 conta, de uma maneira inovadora, a história de mulheres que lutam diariamente por justiça e pelo fim da violência sexual em seu país. Uma obra impressionante, que dá ao público uma visão de proximidade, ligando-se especialmente ao cotidiano daquelas mulheres que, em qualquer lugar do mundo, também sofrem com este tipo de violência. 

8 de nov. de 2011

Em "Se Não Nós, Quem?", Andres Veiel vai muito além da política

Se Não Nós, Quem?, que estreia nos cinemas no próximo dia 11, vai muito além da trajetória política que deixou a Alemanha em estado de alerta durante o período da Guerra Fria. Andres Veiel, contando a história do Grupo Baader-Meinhof, coloca seus espectadores mais próximos ao relacionamento vivido por um casal, que, se não fosse pelo impulso político, o qual dá uma visão completamente diferente para o público, seria um casal qualquer em um filme dramático. Neste contexto, o casal Vesper-Ensslin vive de modo particular e é deixado claro aos espectadores que, acima de qualquer ligação com o o Baader-Meinhof, Gudrun (Lena Lauzemis) e Bernward (August Diehl) são um casal que, com o passar do tempo, precisa conviver com seus próprios problemas, impasses existentes nas relações amorosas, como o sofrimento causado pela traição e a experiência de formar uma família sem planejamento. 
A relação que viveu Bernward Vesper e Gudrun Ensslin é tão turbulenta quanto a situação da Alemanha após o fim da Segunda Guerra Mundial, cheia de altos e baixos, com um sentimento da culpa alemã, onde traições são frequentes e a falta de confiança no outro os faz se dividirem e caminharem para lados opostos e extremos em uma situação tão conturbada quanto a que a Alemanha vivia na década de 60.  A jovem Gudrun Ensslin, cansada das frequentes traições de Vesper, primeiramente se tortura em silêncio, guardando para si a mesma culpa sentida pelos alemães após 45. Este sentimento a leva ao Movimento Baader-Meinhof, onde, ao se tornar amante de Andreas Baader (Alexander Fehling), um dos líderes do movimento, denota a atitude extremista que levou uma parte da Alemanha às ruas para lutarem (violentamente, digamos) contra uma instabilidade, marcada por uma sutil repressão. As relações familiares fracassaram ao passo que a Alemanha também se desuniu, mais do que já havia após a construção do Muro de Berlim, em 1961. 

Assim como a relação entre Ensslin e Vesper, os filhos desta Alemanha em estado de ataque tiveram de ser criados sozinhos, os anos seguintes foram de extremo medo para a população alemã. Nisto, o filho de Gudrun Ensslin e Bernward Vesper, Felix, também mostra como os filhos desta geração que nasceu em meio a um conflito sócio-político como o que ocorria no país, viveu em meio a verdades escondidas e grande desconfiança. Na vida real, Felix Ensslin, que hoje é um renomado filósofo, foi abandonado pela mãe, Gudrun Ensslin, aos seis meses de vida e viu seu rosto pela primeira vez em um cartaz de "procurada" por cometer atos terroristas em conjunto ao Grupo Baader-Meinhof. Bernward Vesper, pai de Felix, dedicou-se aos livros até ser levado à loucura e, em 1971, ter tirado sua própria vida. Gudrun Ensslin foi encontrada morta em sua cela, em outubro de 1977. 
Com isso, Se Não Nós, Quem? retrata, além da situação crítica que a Alemanha se situava no pós-guerra, mostra ao seu público as relações humanas daqueles que se empenhavam em desconstruir esta mesma Alemanha que vivia em tempos de sofrimento e repressão. 

Se Não Nós, Quem? estreia nos cinemas dia 11 de novembro, veja o trailer:

Em Cartaz - Borboletas Negras e Em Casa para o Natal


Baseado na história real da poetisa Ingrid Jonker, Borboletas Negras, que estreou dia 16 de setembro, mostra aos espectadores a visão de uma mulher que, em meio ao regime do Apartheid sul-africano, sem apoio das pessoas que realmente contava e a presença de uma forte censura no país, conseguiu se empenhar na luta pelos direitos humanos e se tornou consagrada e considerada como uma das melhores poetizas sul-africanas.

A produção também conta com belíssimas paisagens de Cape Town, cidade onde a personagem protagonizada por Carice van Houten, passou grande parte de sua vida. A diretora Paula van der Oest divide as cenas em dois planos opostos, alguns claros e outros, escuros. Esta sequência de cores leva os sentimentos de Ingrid Jonker a um plano mais palpável, sua genialidade artística caminha para sua autodestruição e, as cenas com oposições de luminosidade, claramente mostram aos seus espectadores como os sentimentos de Ingrid se manisfestavam, seja nas manhãs ensolaradas na praia ao lado de seu grande amor, o também escritor Jack Cope (Liam Cunningham) ou a sombria tarde em que presenciou o assassinato de uma criança em Nyanga, cena que, mais tarde, se tornaria o plano de um de seus mais famosos poemas. 

Cometendo suicídio aos 32 anos, Ingrid Jonker não teve a oportunidade de ouvir "The Dead Child of Nyanga" sendo recitado por Nelson Mandela, em seu primeiro discurso no Parlamento Sul-Africano.

Borboletas Negras emociona, ao passo que coloca seu público frente a frente com uma mulher que lutava por seus ideais ao mesmo tempo em que lutava contra si mesma. 

Ao mesmo tempo, enquanto nos aproximamos da época de festividades de fim de ano, Bent Hamer surge na direção de Em Casa para o Natal, uma produção que conta com certa peculiaridade humorística em meio a diferentes situações retratadas.


Em Casa para o Natal, como se pode notar, intercala diferentes histórias, que, coincidentemente, revelam o melhor que existe em cada personagem amargo, exatamente na época natalina, onde todos buscam incansavelmente retornar a seus lares para a época. Assim, o diretor propõe uma atmosfera única a cada pequeno conto que é retratado, com tempo e espaço únicos, revelando um equilíbrio incrível que é capaz de cativar seu espectadores mais do que as próprias relações humanas mostradas. 

Mesmo com esta diversidade de personagens, Bent Hamer não distrai seus espectadores, ele consegue mover o foco delicadamente ao longo de todo o filme, para que o público não se perca ao longo da narrativa. 

Em meio ao humor proposto por Hamer, existe também um sentimento de tristeza e decepção nestes retratos tão específicos ao longo do filme. Um sentimento que é, claro, marcado também pela esperança que sempre toca seus personagens. Em Casa para o Natal é o tipo de produção que encanta seus espectadores por pequenos, mas diversos pontos presentes nesta incrível narrativa. 

Veja o trailer de Borboletas Negras:


Veja o trailer de Em Casa para o Natal:

7 de nov. de 2011

Projeta Brasil Cinemark terá exibições de Meu País


Projeta brasil
Em homenagem ao Dia do Cinema Nacional, a rede Cinemark faz sua comemoração com o evento Projeta Brasil, nesta segunda-feira, 7 de novembro. Desde o ano 2000, a rede reserva uma segunda-feira de novembro para a exibição de longas nacionais por cinemas espalhados em todo o país, por um preço simbólico. Os títulos apresentados a cada ano são filmes brasileiros exibidos pela Cinemark, que contam com diversos gêneros. O projeto visa o aumento da participação da produção nacional nos cinemas da rede e, ao mesmo tempo, aproxima-o do público. O projeto conta também com arrecadação de fundos para incentivos de projetos diretamente ligados ao cinema nacional.

Neste ano, o destaque do Projeta Brasil fica por conta de Meu País, de André Ristum. Com grandes nomes como Rodrigo Santoro, Cauã Reymond e Débora Falabella, o filme conta a história de Marcos, vivido por Santoro, um empresário que vive na Itália e precisa voltar ao Brasil após a morte do pai. Em seu retorno, encontra o irmão Tiago (Cauã Reymond) e juntos, descobrem a existência da meia-irmã Manuela (Débora Falabella), que possui deficiência intelectual. Uma obra que, certamente, causa comoção e enriquece o cinema nacional.

O filme Meu País será exibido nas seguintes salas por R$ 2,00:

Market Place
15h40 - 20h10 - 22h30

Shopping Iguatemi SP
13h50 - 17h50

Praiamar Shopping, em Santos
12h20 - 16h25 - 20h40

SP Market
15h10 - 19h10 - 21h15

Pátio Higienópolis
15h30 - 20h20 - 22h30

Novo Shopping, em Ribeirão Preto
15h10 - 19h15 - 21h10


Iguatemi Brasilia
11h30 - 16h05 - 20h50

Veja o trailer de Meu País:

4 de nov. de 2011

Meu País é destaque do 8º Amazonas Film Festival


Em sua oitava edição, o Amazonas Film Festival se mostra focado em uma tendência que se torna cada vez mais bem produzida em relação à exibição de filmes exclusivos ao público local. 

De forma versátil, o festival é proposto com a realização dividida em três categorias: Programação Competitiva, Programação Paralela e Programação Acadêmica, tendo abertura na última quinta-feira, dia 3 de novembro. O festival conta com a presença de diversos curtas, debates, além de longas nacionais e estrangeiros, com um foco especial a filmes voltados para a cultura nacional. 

O festival contará com a presença de Meu País, de André Ristum, que conta a história de Marcos (Rodrigo Santoro), que após a morte do pai, precisa voltar ao Brasil, reencontrando-se com o irmão Tiago (Cauã Reymond), um jovem que não possui vocação para continuar os negócios do pai falecido. Nesta jornada, os irmãos descobrem a existência de Manuela (Débora Falabella), uma meia-irmã com deficiência intelectual. Marcos então precisará fazer uma difícil e importante escolha. 

Meu País faz parte da Programação Paralela do 8º Amazonas Film Festival e será exibido dia 6 de novembro, no CC Largo São Sebastião, às 19h30 (sujeito a alterações).

Veja o trailer de Meu País, que já está em sua quinta semana nos cinemas: 

3 de nov. de 2011

Em Adeus, Primeiro Amor, a dor da perda é sublime

Em Adeus, Primeiro Amor, de Mia Hansen-Løve, a juventude é colocada lado a lado com as dores do amadurecimento. O universo adolescente, proposto por Hansen-Løve é, de fato, um amplo tecido a ser trabalhado, de forma única, a diretora mostra uma história comum, que poderia  ter acontecido a qualquer um de seus espectadores nos anos da juventude. E exatamente por este viés que o relacionamento amoroso é colocado em prática na produção, de maneira muito real, a forma como os jovens lidam com seus sentimentos, alguns mais profundamente e, outros, apenas um tanto banais.

É neste contexto que Hansen-Løve conta a história de Camille (Lola Créton) e Sullivan (Sebastian Urzendowsky), dois jovens que vivenciam pela primeira vez o sentimento do amor, aquele primeiro amor que, para a maioria do seu público, nunca será esquecido. Na França, os jovens (ela aos quinze anos e ele, um pouco mais velho) vivenciam um relacionamento único, ao mesmo tempo inocente e despretencioso, mas também bastante maduro para a idade deles.

No momento em que Sullivan decide deixar o país, levando-se em conta que também deixará Camille, os sonhos da jovem caem por terra, fazendo-a se limitar a doses de nostalgia, fidelidade, encontrando-se a uma dor sublime, que a levará a um novo mundo, onde é importante, especialmente, refletir sobre toda a sua experiência de vida.
Passam-se alguns anos, não há mais notícias de Sullivan. Camille agora não é mais uma adolescente, mas sim uma estudante de arquitetura, que, muito mais madura, procura um sentido e estabilidade para sua nova vida. Neste contexto, surge Lorenz (Magne Havard Brekke), um famoso arquiteto que pode dar a jovem tudo o que ela busca para seu futuro. Tudo parece caminhar conforme o planejado para a jovem Camille, até o reencontro com Sullivan.
Em sua terceira obra, Mia Hansen-Løve mostra, mais uma vez, a sua sensibilidade única, com a delicadeza do ponto de vista feminino. Os altos e baixos são frequentes em Adeus, Primeiro Amor, uma metáfora muito sutil ao verdadeiro significado que os sentimentos possuem nesta fase da vida para os jovens, que, de certa forma, encontram um refúgio no outro e, ao mesmo tempo, lutam para tentar entender o que todas as novidades em suas vidas realmente significam. O jogo de altos e baixos se confirma com os ambientes propostos pela filmagem, onde cidades e países, salas de aula e escritórios, quartos fechados e campos gramados nos propiciam um retrato riquíssimo do que cada um vivencia com suas próprias experiências de vida, a todo o momento.

Adeus, Primeiro Amor tem estreia prevista para 2 de dezembro.

28 de out. de 2011

Aleksander Sokurov e o poder - uma perspectiva sobre Fausto


Encerra-se a tetralogia sobre poder de Aleksander Sokurov. Após Moloch (1999), O Touro (2000) e O Sol (2004), apresentando respectivamente Hitler, Lênin e o Imperador Hirohito, agora é a vez do diretor encarar com um ponto de vista muito peculiar a relação do homem com o que existe de mais sombrio dentro de si. O engate da produção foi o clássico Fausto, renomada obra de Goethe, publicada em 1806, tratando-se então da lenda popular alemã sobre o pacto com o demônio. Neste contexto, o poema épico narra a trajetória do Dr. Fausto, um cientista que, incapaz de acreditar no conhecimento de seu tempo, é levado a pactuar com Mefistófeles, um demônio que o enche de energia e paixão pela técnica e progresso. 

A partir disso, a visão de um Fausto moderno, feita por Sokurov, carrega elementos facilmente relacionados aos jogos de poder da vida cotidiana. Assim como os outros filmes integrantes da tetralogia, Fausto faz parte de um ciclo que nos remete a ligações facilmente criadas entre os enredos de cada uma de suas obras; os filmes são entrelaçados por apenas um pequeno fio, o das relações de poder.

As gravações de Fausto aconteceram na República Tcheca e Islândia, tendo pós-produção na Rússia. Segundo o diretor, levou 30 anos para que pudesse amadurecer a ideia da adaptação de Fausto no cinema. E exatamente esta ideia o levou a interpretar um Fausto genuinamente alemão, no idioma original e utilizando-se de um elenco nacional. 

A grandiosidade da obra, uma das mais esperadas na 35ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, vencedora do Leão de Ouro no Festival de Veneza, mostra como Aleksander Sokurov, aclamado por filmes como Arca Russa (2002), continua intrigando seus espectadores com obras visionárias, verdadeiras imagens de uma mente peculiar, em um país como a Rússia, que, novamente, desperta para o cinema mundial.

8 de jul. de 2011

Primeira sessão de cinema do Brasil faz 115 anos

Há 115 anos a primeira sessão de cinema no Brasil acontecia. Foi em uma sala alugada na Rua do Ouviro, no Rio de Janeiro. O palco para o feito é foi uma sala do Jornal do Commercio, alugada para a exibição do filme.

Em 08 de de julho de 1896, o belga Henri Paillie, apresentou aos cariocas pequenos filmes. Foram 8 no toal, com duração de aproximadamente 1 minuto cada. Os filmes foram adquiridos, provavelmente, da França e já teriam sido exibidios na Europa e mostravam cenas do cotidiano.

De acordo com o pesquisador Hernani Heffner, em entrevista ao Estadão, as primeiras exibições duraram cerca de uma semana e não foram nada baratas: "Paillie cobrava ingresso e não era barato. O cinema era para a elite, não para o povão, uma atividade de luxo. Ele era um personagem obscuro. O que se sabe é o que saiu na imprensa à época", disse ele.

O local exato da primeira exibição ainda é um mistério, mas ao ler o livro "Palácios e Poeiras: 100 anos de Cinemas no Rio de Janeiro", escrito por Alice Gonzaga, podemos descobrir que a sessão aconteceu no número 57 da Rua do Ouvidor, porém depois de 115 anos a numeração da rua mudou, agora não é possível saber em qual sala ocorreu a primeira exibição de cinema no Brasil.

A RioFilme e a Subsecretaria de Patrimônio da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro farão uma homenagem colocando uma placa Rua do Ouvidor.

Hoje a Imovision parabeniza os 115 da primeira exibição de cinema do país e deseja que muitos outros aniversários como esse sejam comemorados.

A seguir, algumas curiosidades sobre o cinema no Brasil:
- A primeira sala de cinema foi criada no ano de 1897, por Paschoal Segreto e se chamava Salão de Novidades Paris.
- O primeiro sucesso dos cinemas, com 800 exibições, foi o filme Os Estranguladores, lançado em 1906. O média metragem tinha seguia os temas que davam maior audiência na época: filmes sobre crimes.
- Já a primeira dublagem ao vivo foi no anos de 1910. Naquela época os filmes eram cantandos, onde os atores dublavam-se ao vivo, por trás da tela que exibia as imagens já gravadas.

A Imovision, com 24 anos de de atuação no Brasil, costuma distribuir uma média 25 filmes por ano e chegou ao país em 1987, distribuindo seu primeiro filme dois anos depois, no ano de 1989. A produção foi Inverno 54 de Denis Amar. Um drama estrelado por Lambert Wilson e Claudia Cardinale.

8 de jun. de 2011

Hoje é abertura do Festival Varilux de Cinema Francês

O Festival Varilux de Cinema Francês começa hoje, dia 8, e vai até o dia 16 de deste mês. O festival acontece nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Brasília, Campos, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, João Pessoa, Juiz de Fora, Macaé, Maceió, Natal, Porto Alegre, São Luís, Santos, Salvador, Recife e Vitória. Em Fortaleza, o Varilux ocorrerá no período de 16 a 23 e, em Belo Horizonte, entre 24 e 30 de junho.

O festival está recheado de ótimas exibições de filmes, e conta com presenças de diretores e de atrizes francesas, entre elas Catherine Deneuve e Audrey Tautou. Deneuve prestigia a pré-estreia do filme que protagonizou, o longa "Potiche: Esposa Troféu", que será exibido na abertura oficial do Festival Varilux de Cinema Francês hoje. Sandrine Bonnaire, Aure Atika, Caroline Bottaro, Philippe Martin, Alain Gagnol e Nicolas Vannier, também estarão presentes.
Antes da abertura oficial com "Potiche: Esposa Troféu", às 20h00, outros filmes já estarão sendo exibidos no Festival: Um Gato em Paris, de Alain Gagnol; Lobo, de Nicolas Vannier; Uma Doce Mentira, de Philippe Martin; Copacabana, de Aure Atika; e Xeque-Mate, de Caroline Bottaro.

Amanhã, dia 09/06, serão exibidos "O Pai dos Meus Filhos", "Simon Werner Desapareceu" e "Vênus Negra", que conta com a presença da atriz Yahima Torres que protagonizou a polêmica produção de Abdellatif Kechiche.

Além da difusão cultural, o festival também abre portas para uma maior divulgação do cinema europeu, que cada vez mais conquista seu espaço nos cinemas brasileiros.

O Festival Varilux de Cinema Francês acontece nessa quarta e quinta-feira no Reserva Cultural situado na Av. Paulista.

Para mais informações acesse o site do Reserva Cultural.

20 de mai. de 2011

Hoje é a estreia de O Homem ao Lado, produção argentina de Mariano Cohn e Gastón Duprat

Hoje chega aos cinemas o filme O Homem ao Lado, produção argentina de Mariano Cohn e Gastón Duprat, que estreia pela Imovision nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Em "O Homem ao Lado", Leonardo é um designer industrial que vive com sua esposa Anne, a filha Lola e sua empregada Elba, na única casa que construiu o grande arquiteto Le Corbusier na América, localizado na cidade de La Plata, em Buenos Aires, Argentina.
Como um designer industrial, ele tem uma grande reputação graças ao desenho de uma cadeira que foi internacionalmente reconhecida e elogiada. Sua rotina matinal e o conforto de sua prestigiada casa são afetados pelo início das obras em uma casa adjacente. Um vizinho ilegalmente tentou fazer uma janela que dava para sua casa.

O filme é estrelado por Rafael Spregelburd, Daniel Aráoz, Eugenia Alonso, Inés Budassi e Loren Acuña.
"O Homem ao Lado" pode ser considerado uma crítica a sociedade e a burguesia, mas o filme vai além, mostrando uma fotografia espetacular, premiada no Festival de Sundance, que dá mais vida às atuações da dupla principal (Rafael Spregelburd e  Daniel Aráoz), moldando a humanidade de cada um.
A arquitetura e o design, que são apresentados na comédia dramática, faz com que a história seja contada de forma mais natural, discutindo sobre a questão da superioridade do "alto" design, com detalhes espalhados por todos os cantos da história.

O filme está em exibição nos cinemas:
São Paulo
Reserva Cultura
Unibanco Arteplex
Cine Lumière
Rio de Janeiro
Estação Vivo Gávea
Estação Sesc Espaço
Estação Sesc Laura Alvim

Imovision leva literatura e poesia aos cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro

Neste final de semana e no começo da próxima, os cinemas do Rio de Janeiro e de São Paulo serão "palcos" para duas estreias super especiais. Na verdade serão duas pré-estreias, onde os filmes Poesia e Minhas Tardes com Margueritte serão exibidos. 

Poesia, filme com direção de Lee Changdong, conta a história de Mija, que vive com seu neto em uma cidade localizada nas encontas do rio Han. É uma velhinha excêntrica, que adora se vestir com chapéus de flor, e roupas da moda, mas também é uma mente inquieta e questionadora. Por acaso, ela acaba entrando em uma "aula de poesia" que acontece em um centro cultural na vizinhança e é desafiada pela primeira vez em sua vida a escrever um poema.


Sua busca pela inspiração começa com uma observação do cotidiano ao seu redor e ela nunca antes havia reparado. Mija nasce novamente. Como uma criança que se surpreende com a vida, ela parece estar vendo tudo como se fosse a primeira vez. Mas quando a realidade cruel chega, ela acaba tendo que retornar e ver que o mundo não é tão bonito quanto ela imaginou.

Já o segundo longa, é Minhas Tardes com Margueritte. O filme conta a história de um daqueles improváveis encontros, mas que vai mudar a vida de Germain (Gérard Depardieu), um cinqüentão quase analfabeto, e Marguerite, um velinha apaixonada por livros. Quarentas anos e muitos quilos os separam. Um dia, por acaso, Germain senta ao lado dela em um banco no parque. Ela recita em voz alta versos dando assim a ele a chance de descobrir a magia dos livros, que nunca fizeram parte da vida dele. Mas Marguerite está perdendo a visão e pelo carinho e afeto que foram criados dessa relação, Germain irá aprender para mostrar que pode ler para ela, quando ela não puder mais.

O que mais chama atenção nos dois filmes, é o aprendizado e a beleza, que as ambas histórias demonstram. Como não associar a senhora Margueritte, com dois "T", com nossas avós, ou até nossas mães. Afinal esse é o papel dela na vida de Germain, mostrando tudo que ele pode descobrir com os livros, com a leitura e o com poder da palavra e do amor. Já em Poesia, é a história de Mija que é contada, ela é uma avó, que vive com seu neto e após descobrir que o mundo tem sutilidades que - em seus anos de vida - nem conseguia imaginar, começa a se dedicar a poesia.

Poesia e Minhas Tardes com Margueritte são filmes lindos, que prestigiam o cinema, a arte e mostram que o melhor que podemos aprender em nossas vidas, é amar.

Onde assistir:

Unibanco Arteplex, do Rio de Janeiro
Dia 21/05, ás 24hs

Em São Paulo no dia 21/05, nos cinemas:
Reserva Cultural, às 23h30
Unibanco Arteplex, às 21h30
Cine Lumière, às 20h40
No Rio de Janeiro
Estação Vivo Gávea, dia 23/05, às 19h30
Estação Ipanema, dia 24/05, às 14h50
Estação Sesc Espaço, dia 25/05, às 21h20

11 de mar. de 2011

Promoção: Imovision te leva para a pré-estreia de Cópia Fiel


Resolvemos presentear você, que acompanha os lançamentos e novidades da Imovision, da melhor maneira possível: Cinema + Coquetel + Combo = Promoção! Então está no ar promoção "Imovision te leva para a pré-estreia de Cópia Fiel", que acontecerá no Cinemark Shopping Iguatemi, em São Paulo. No dia 16 de março, às 21h00.

São 5 pares de ingressos para assistir Cópia Fiel antes do filme chegar aos cinemas, com direito a um Coquetel e ainda um Combo, para você assistir o filme com tudo que tem direito! E além disso, você poderá participar de sorteios e ganhar prêmios durante o evento!

Para participar da promoção é fácil, você precisa seguir as regras abaixo e pronto, só aguardar para saber quem foram os ganhadores.

- Regras
1. Seguir o perfil @imovision no Twitter
2. Seguir o perfil @Copia_Fiel no Twitter
3. Postar a seguinte frase: Eu vou para a pré-estreia de @Copia_Fiel, por conta da @imovision http://migre.me/41JMd 
4. Pronto, agora você está concorrendo!

Para definir o ganhador, usaremos o site Sorteie.me. Por isso, não esqueça do link quando postar a frase, ele funciona como validação da sua partipação na promoção.

A promoção começa hoje, dia 11 de março e vai até o dia 14! Então aproveite e participe! Os ganhadores serão divulgados na segunda-feira dia 14/03. E os convites são válidos para a pré-estreia no dia 16, às 21h.

*Cinemark Shopping Iguatemi fica localizado na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 - São Paulo - SP.
*Convite sujeito a lotação de sala.
*Em nenhuma hipótese o ganhador poderá trocar o prêmio, ou horário da sessão.
*Os ingressos deverão ser retirados no local do evento.