29 de jul de 2011

Saiba onde assistir aos filmes da Imovision



Referente  a  semana  de  29/07 a 04/08/2011

O Pequeno Nicolau
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro

Incêndios
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Laura Alvim, no no Rio de Janeiro
Cine Gacemis, em Volta Redonda

Cópia Fiel
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Usiminas Belas Artes, em Belo Horizonte

Homens e Deuses
Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Seagal, em São Paulo
Cinemark SP Market, em São Paulo
Cinemark Guarulhos, em São Paulo
Cine Com Tur, em Londrina
Cine Batel, em Curitiba
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre
Cine Sesi, em Maceió (Pré-Estreia dia 04/08)

Como Arrasar um Coração
Cine Segal, em São Paulo
Cine Sesi, em Maceió
Cinemark Jardins, em Aracaju

Vincere
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre (Dias: 29/07 e 31/07)

A Fita Branca
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre (Dias: 29/07 e 31/07)

Reserva Cultural, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre
Cinema UFBA, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Espaço Beira Mar, em Florianópolis

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Cine Topazio Jaraguá, em Indaiatuba
Espaço Unibanco Vilagio, em Sorocaba
Cinema do Museu, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Barra Point, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Espaço, no Rio de Janeiro
Cine Clube Búzios, no Rio de Janeiro
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Cine Batel, em Curitiba
Cinema do Museu, em Salvador
Cine Vivo, em Salvador
Fundação Joaquim Nabuco, em Recife
Cine Sesi Pirajuçara, em Maceió

Cine Topazio, em Campinas
Estação Botafogo, no Rio de Janeiro

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo 
Espaço Unibanco Santos, em Santos
Playarte Bristol, em São Paulo 
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Espaço Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gávea, no Rio de Janeiro
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Cine Guion, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre

Vejo Você no Próximo Verão
Reserva Cultural, em São Paulo
Playarte Bristol, em São Paulo
Cine Lumière, em São Paulo
Unibanco Arteplex, em São Paulo
Estação Ipanema, do Rio de Janeiro
Unibanco Arteplex, do Rio de Janeiro
Espaço Rio Design, no Rio de Janeiro
Uziminas Belas Artes, em Belo Horizonte
GNC Moinhos, em Porto Alegre

28 de jul de 2011

“I Wish” de Kore-Eda e "That Summer" de Philppe Garrel na seleção oficial dos festivais de San Sebastián e Veneza

 O Brasil ficou de fora do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián e do Festival Internacional de Cinema de Veneza, mas a Imovision não!

Dentre a lista de filmes divulgados até agora para a seleção oficial de ambos os festivais serão exibidos e estarão na competiçãoKiseki(“I Wish” em inglês, e ainda sem nome definido em português) do diretor japonês Hirokazu Kore-Eda.
"I Wish": A construção de uma linha de trem é esperança de reaproximação de  Koichi e Ryunosuke
I Wish conta a história de um garoto chamado Koichi (Koki Maeda), que vive com sua mãe e seus avós em Kagoshima, enquanto seu irmão mais velho Ryunosuke (Oshiro Maeda) vive com seu pai em Ryunosuke, norte de Kyushu. Ambos foram separados pelo divórcio dos pais, mas a construção de uma linha de trem bala ligando as duas cidades enche Koichi de esperança e o faz acreditar que a chegada do trem irá reunir sua família mais uma vez.

Hirokazu Kore-Eda dirigiu o elogiado “Ninguém Pode Saber”, também distribuído pela  Imovision  no Brasil, sucesso de crítica e indicado à Palma de Ouro em Cannes, que acabou perdendo para “A Criança” dos irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne.

A 59ª edição do Festival acontece entre 16 a 24 de setembro, e conta com 59 produções do Reino Unido, Japão, México, Canadá, França, China, Argentina, Portugal, Grécia e Suécia. Os filmes ainda não foram todos divulgados, portanto para maiores informações acompanhe o site oficial do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián.

Já no 68º Festival Internacional de Cinema de Veneza, o filme “That Summer” de Philippe Garrel, com Monica Bellucci e Louis Garrel (filho do diretor) como protagonistas de uma deturpada história de amor. “Un Été Brûlant”, título original também ainda não adaptado para o português, retrata a vida de um pintor chamado Frédéric vivido por Louis Garrel que sofre por ter sido deixado por sua mulher Angèle (Monica Bellucci).
Louis (protagonista) e seu pai Philippe Garrel, diretor de "That Summer", que concorre ao Leão de Ouro no 68º Festival Internacional de Cinema de Veneza
O Festival Internacional de Cinema de Veneza acontece entre o dia 31 de agosto a 10 de setembro.  O filme que abrirá o festival será “The Ides of March”, de George Clooney, um dos mais aguardados do Festival, junto a “Carnage”, de Roman Polanski; “Tinker, Taylor, Soldier, Spy”, de Tomas Alfredson diretor do ótimo “Deixa Ela Entrar”; “Wuthering Heights”, de Andrea Arnold, adaptação contemporânea de “Morro dos Ventos Uivantes” entre outros.

Al Pacino está fora da competição, mas receberá uma homenagem especial e seu terceiro longa como realizador, "Wilde Salome” baseado na obra “Salomé” de Oscar Wilde, será exibido no Festival de Veneza.
Para saber a seleção completa do festival, visite o site oficial do 68º Festival Internacional de Cinema de Veneza.

27 de jul de 2011

A visão do público sobre o filme Vejo Você no Próximo Verão

‎O primeiro filme de Philip Seymour Hoffman chegou aos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro na última sexta-feira, com lançamento pela Imovision (em breve o filme será lançado também em outras cidades) e, em seu primeiro trabalho como diretor, o ator recebeu vários elogios por seu trabalho, tanto pelo crítica, quanto pelo público e como o agradou tanto, trouxemos um pouco do que os internautas acharam do filme.
Vejam a seguir:
  • "Sintetizo o filme em cinco predicados: sensacional, criativo, inteligente, prazeroso e memorável. Vale a pena. Recomendo!" - Cristiano Costa, comentário postado no trailer do filme, no YouTube.
  • Coisa mais linda esse filme "Jack Goes Boating" ("Vejo Você no Próximo Verão") - Rebeca Moraes, via Twitter.
  • "Encontros e desencontros, numa bela história de amizade. Vejo Você no Próximo Verão, num cinema perto de você." - André Kampff, via Twitter.
  • "Sobre "Vejo você no próximo verão": Um filme fofo com uma trilha sonora impecavel" - Nina Sivali, via Twitter.
  • 'Ainda sobre "Vejo Você no Próximo Verão", cenas absurdas e absolutamente críveis. Ponto pro Philip Seymour.' - Lú Micheletti, comentário postado em seu Twitter.
  • "O realismo e qualidade dos personagens são dignos de prêmios..." - Lucas Siqueira Cesar, do Cinema na Rede.
  • "Ele suou a camisa no inverno pra fazer bonito na outra estação..." - Grupo Estação
  • "Um romance fora do lugar comum, é um drama pesado, é um filme sobre solidão onde se busca a companhia. Hoffman estreia de forma simples e sem querer grandioso. E isso que a torna maior." - Stuff Artie.


Jack Goes Boating, título original, é baseado na peça de teatro de mesmo nome e conta com, além de Hoffman, a indicada ao Oscar Amy Ryan que já trabalhou com o ator em Capote, John Ortiz, Daphne Rubin-Vega (interpretaram os mesmos papéis na peça que deu origem ao filme) e Richard Petrocelli.

“Vejo Você no Próximo Verão” conta a história de Jack (Philip Seymour Hoffman) e sua vontade de superar de alguns problemas que o afetam sua rotina. Ele parece alguém acomodado, que mesmo com vontade de progredir sempre lhe falta um incentivo. Com isso, ao conhecer Connie e o esforço que ambos fazem para que a relação entre eles seja algo impulsionador para suas vidas sem muito perspectiva começa aflorar aí.

Jack e Connie desenvolvem um relacionamento tão singelo e transparente, que é encantador ver o quanto os dois progridem juntos. Connie o inspira a aprender a cozinhar, procurar um novo emprego e até mesmo aprender a nadar, assim ele pode levá-la ao romântico encontro de barco que ela sempre sonhou (o que justifica o título original em inglês Jack Goes Boating). E é com esse pretexto, o passeio de barco, que o protagonista espera o verão chegar para passear com a moça que trouxe um pouco de esperança para sua vida, que até então era, digamos, vazia.

25 de jul de 2011

Catherine Deneuve será homenageada no Festival Mundial de Cinema de Montreal

O Festival Mundial de Cinema de Montreal desse ano contará com uma homenagem muito especial ao ícone do cinema francês Catherine Deneuve, que está em cartaz nos cinemas brasileiros com Potiche: Esposa Troféu, que já rendeu milhares de boas críticas pelo papel de Suzanne Pujol, uma dona de casa aparentemente frágil e submissa, mas que no decorrer do filme se mostra muito mais independente e esperta do que imaginávamos a princípio.
O Festival Mundial de Cinema de Montreal acontece do dia 18 a 28 de agosto desse ano. A homenagem será feita para Catherine Deneuve devido a ela ocupar um espaço entre os grandes atores do cinema mundial. 

Contracenou com os maiores atores e trabalhou com os maiores diretores do cinema moderno, como Jacques Demy, Luis Buñuel, Polansky, Lars Von Trier e Truffaut, conquistando a todos com seu incrível talento e versatilidade.
“É disso que gosto em filmes – Podem ser bizarros, clássicos, normais, românticos. Cinema para mim é o máximo da versatilidade.” Catherine Deneuve 

Deneuve levou o César de melhor atriz em 1980 por “O Último Metrô” de François Truffaut e mais tarde, em 1922 por "Indochina", de Régis Wargnier.

A musa do cinema francês, que esteve esse ano no Brasil para o lançamento de Potiche: Esposa Troféu, merece não somente o Grand Prize of the Americas, como todas as honras e homenagens que vier a receber. Entusiasma diversas outras atrizes, que assim como ela buscam não se destacar em suas carreiras somente por sua beleza estonteante. 

Muito pelo contrário, Catherine apesar de toda sua beleza,  ousou interpretando papéis bastante complexos, que talvez não fossem aceitos por qualquer outra atriz, principalmente na época que foram gravados, como por exemplo "A Bela da Tarde", considerado uma Madame Bovary do cinema.

Catherine Deneuve serve de inspiração para não somente as atrizes francesas mas todas as atrizes do mundo. É um exemplo de atriz e acima de tudo de mulher, ovacionada não só na França mas também em qualquer outro lugar do mundo.

22 de jul de 2011

Saiba onde assistir aos filmes da Imovision



Referente  a  semana  de  22 à 28/07/2011

O Pequeno Nicolau
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Espaço, no Rio de Janeiro

O Primeiro que Disse
Cinema da UFBA, em Salvador

Incêndios
Cinemark Shopping D, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Clube Naval, no no Rio de Janeiro
Uziminas Belas Artes, em Belo Horizonte
Cinema da UFBA, em Salvador

Cópia Fiel
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Usiminas Belas Artes, em Belo Horizonte

Turnê
Gran Cine Bardot

Homens e Deuses
Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Seagal, em São Paulo
Cine Batel, em Curitiba
Cinemark SP Market, em São Paulo
Cinemark Guarulhos, em São Paulo
Cine Com Tur, em Londrina
Cine Batel, em Curitiba
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre

Como Arrasar um Coração
Cine Segal, em São Paulo
Cine Sesi, em Maceió

Vincere
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre

A Fita Branca
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre

Reserva Cultural, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre
Cine Vivo, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Espaço Beira Mar, em Florianópolis

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Cinema do Museu, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Ipanema, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Barra Point, no Rio de Janeiro
Estação Botafogo, no Rio de Janeiro
Espaço Beira Mar, em Florianópolis
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
Cine Batel, em Curitiba
Cinema do Museu, em Salvador
Cine Vivo, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Topazio, em Campinas
Estação Botafogo, no Rio de Janeiro

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Arteplex, em São Paulo
Playarte Bristol, em São Paulo 
Cine Lumière, em São Paulo
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Espaço Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Cine Guion, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre

Vejo Você no Próximo Verão
Reserva Cultural, em São Paulo
Playarte Bristol, em São Paulo
Cine Lumière, em São Paulo
Unibanco Arteplex, em São Paulo
Estação Ipanema, do Rio de Janeiro
Unibanco Arteplex, do Rio de Janeiro
Espaço Rio Design, no Rio de Janeiro

Mamute
Pré estreia nos cinemas:
Estação Sesc Botafogo 1, Terça-feira 26/07 às 19h30
Estação Vivo Gávea 3, Quarta-feira 27/07 às 19:50
Estação Sesc Ipanema 2, Quinta-feira 28/07 às 19h10

Vejo Você no Próximo Verão, de Philip Seymour Hoffman estreia hoje!

Hoje a Imovision lança nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro o filme “Vejo Você no Próximo Verão”, que marca a estreia do ganhador do Oscar, Philip Seymour Hoffman, na direção de um longa. O ator além de assinar a direção é protagonista do drama que narra uma doce história de amor, sobre encontros e separações.

Jack Goes Boating, título original, é baseado na peça de teatro de mesmo nome e conta com, além de Hoffman, a indicada ao Oscar Amy Ryan que já trabalhou com o ator em Capote, John Ortiz, Daphne Rubin-Vega (interpretaram os mesmos papéis na peça que deu origem ao filme) e Richard Petrocelli.
Vejo Você no Próximo Verão” conta a história de Jack (Philip Seymour Hoffman) e sua vontade de superação de alguns problemas que o afetam sua rotina. Ele parece alguém acomodado, que mesmo com vontade de progredir sempre lhe falta um incentivo. Com isso, ao conhecer Connie e o esforço que ambos fazem para que a relação entre eles seja algo impulsionador para suas vidas sem muito perspectiva começa aflorar aí.
Jack e Connie desenvolvem um relacionamento tão singelo e transparente, que é encantador ver o quanto os dois progridem juntos. Connie o inspira a aprender a cozinhar, procurar um novo emprego e até mesmo aprender a nadar, assim ele pode levá-la ao romântico encontro de barco que ela sempre sonhou (o que justifica o título original em inglês Jack Goes Boating). E é com esse pretexto, o passeio de barco, que o protagonista espera o verão chegar para passear com a moça que trouxe um pouco de esperança para sua vida, que até então era, digamos, vazia.
Trailer de Vejo Você no Próximo Verão
Vejo Você no Próximo Verão” é um romance que aborda as fragilidades dos seres humanos e como elas existem mesmo naqueles que acreditamos ser exemplos daquilo que acreditamos ser perfeito.

O filme entra hoje em cartaz nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro, sabia a seguir onde assistir Vejo Você no Próximo Verão:

São Paulo:
Reserva Cultural, Playarte Bristol, Cine Lumière e Unibanco Arteplex.
Rio de Janeiro:
Estação Ipanema, Unibanco Arteplex e Espaço Rio Design.

20 de jul de 2011

Mamute: "Uma doçura de gigante"

Quando olhamos para Serge (Gérard Depardieu) pela primeira vez e ao contexto em que está inserido, logo o classificamos como um brutamonte, alguém com quem não valeria a pena desperdiçar o tempo em uma conversa longa, a não ser que o assunto fosse sobre algo esdrúxulo como a conservação de peças de presunto ou o abatimento de animais, que fazia parte de sua função em seu antigo emprego.
Por volta dos sessenta anos, prestes a receber sua aposentadoria, Serge descobre que precisa reunir documentos de seus antigos empregadores para poder se aposentar.  Então, com sua antiga moto anos 70 (a Mamute) até então guardada em sua garagem, inicia uma jornada em busca de seus antigos locais de trabalho e acaba encontrando muito mais do que comprovantes e documentos: Serge redescobre lugares que passou sua infância, velhos amigos, parentes e o fantasma de seu grande amor, que sempre o assombrou desde sua morte em um acidente de moto.
Isabelle Adjani é o fantasma do amor perdido de Depardieu
Essas situações o desviam de seu objetivo inicial, mas ao mesmo tempo o tiram um pouco do grande tédio que permeava sua vida, e o ajuda a resolver algumas pendências deixadas para trás.
Ao decorrer do filme descobrimos que Mamute (como Serge é chamado por seus antigos patrões) é gigantesco por fora, mas doce e singelo por dentro.
Serge e sua “Mamute” percorrem todo o trajeto de volta à seu passado, que o tornou um homem bruto com aspecto apático e entediado, e com isso acaba encontrando aquilo que havia perdido no caminho, que era qualquer vestígio de ambição e perspectiva de vida.

Até metade do caminho percorrido, Serge ainda acredita que está tudo perdido, pois percebe que alguns acabam se aproveitando de seu aspecto bruto e ingênuo para tratá-lo como um mero trabalhador braçal, sem nenhum sentimento.
Após descobrir que muitos lugares que havia trabalhado não o registraram (ou seja, é tratado com indiferença mais uma vez), Serge encontra naturalidade e bondade nas mais exóticas coisas, como sua sobrinha que foge completamente do padrão de normalidade aceito por nossa sociedade, porém de uma amabilidade incrível, que acaba por ser a única que consegue compreende-lo e ajudá-lo a redescobrir o valor vida.


“Mamute” não poderia ser mais bem descrito em palavras do que com as que o jornal O Globo utilizou: Mamute é “uma doçura de gigante”.

19 de jul de 2011

Vejo Você no Próximo Verão, estreia nessa sexta!



O filme "Vejo Você No Próximo Verão" (Jack Goes Boating) dirigido e estrelado pelo vencedor do Oscar Philip Seymour Hoffman, e dos mesmos produtores de "Pequena Miss Sunshine", chega aos cinemas nessa sexta-feira.

Além de Philip Seymour Hoffman, o elenco é do drama conta com a indicada ao Oscar Amy Ryan que já trabalhou com Hoffman em Capote, John Ortiz, Richard Petrocelli e Daphne Rubin-Vega. 

"Vejo Você No Próximo Verão" é o primeiro filme dirigido e estrelado pelo ator Phillip Seymour Hoffman, ganhador do Oscar em 2005. 

O filme conta a historia de Jack, um motorista de limosine apaixonado por Reggae que passa a maior parte de seu tempo com seu amigo Clyde e a mulher dele Lucy. Graça a eles, Jack conhece a tímida e desajeitada Connie e se apaixona. Enquanto o relacionamento de Jack e Connie vai aos poucos tomando forma, o dos amigos Clyde e Lucy entra em crise. Enquanto um casal se forma, o outro se desfaz.

Veja algumas fotos do filme, a seguir:

18 de jul de 2011

O pôster mais criativo do cinema

Você já pensou na seguinte questão: "Como se faz um cartaz de um filme?", nós pensamos nisso sempre, pois somos a Imovision, distribuidora de cinema que atua no mercado brasileiro há mais de 24 anos, mas um de nossos filmes surpreendeu, até nos mesmos, com o modo de "como o cartaz foi feito", por isso decidimos apelida-lo de "o pôster mais criativo do do cinema", pois é realmente um cartaz muito criativo.

A arte do cartaz de "Medianeras - Buenos Aires na era do Amor Virtual" não conta somente com Mariana e Martin, que são os personagens desse drama atual sobre relacionamentos pela internet, e sim com vários outros personagens, criando a pergunta "Onde eles estão?", maneira mais fácil de descrever a história dos personagens principais. Ver o cartaz de "Medianeras - Buenos Aires na era do Amor Virtual" é como olhar a sua volta, ou melhor, como usar a internet para se relacionar, você encontra muitas pessoas e não encontra ninguém, quase como procurar a alma gêmea, ou como sair em busca do Wally.

Clique para aumentar
Mas, voltando para a arte do cartaz, como vocês acham que a arte (ao lado) foi feita? São vários personagens conhecidos por todos (como os bombeiros, o casal, o músico, os esportistas, os mimicos e etc) em uma arte, que mostra o mundo como ele é, pessoas diferentes, conectadas ou não, que estão no mesmo lugar, mesmo não fazendo parte de um mesmo ambiente.

O mais engraçado dessa arte é realmente o modo como ela foi feita. Vários atores foram selecionados para compor o pôster do filme, que apresenta a ideia principal de Medianeras, somos conectados, mas ainda não estamos juntos. A seguir, vocês podem assistir ao vídeo que mostra como foi feito o pôster de "Medianeras - Buenos Aires na era do Amor Virtual".



"Medianeras - Buenos Aires na era do Amor Virtual" conta a história de Mariana e Martin. Os dois vivem na mesma quadra, em apartamentos um de frente para o outro, mas nunca conseguem se encontrar. Eles se cruzam sem saber da existência do outro. Ela sobe as escadas, ele desce as escadas; ela entra no ônibus, ele sai do ônibus. Eles frequentam a mesma videolocadora, sempre com um stand de filmes os separando. Eles sentam na mesma fileira em um cinema, mas a sala é escura. Buenos Aires, a cidade que os coloca juntos é a mesma que os separa. Será que um dia os dois irão se conhecer? Pela internet, ao vivo... é como procurar uma agulha no palheiro.

Para saber mais sobre o filme, acompanhe ele nas redes sociais:

15 de jul de 2011

Saiba onde assistir aos filmes da Imovision



Referente  a  semana  de  22 à 28/07/2011

O Pequeno Nicolau
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Espaço, no Rio de Janeiro

O Primeiro que Disse
Cinema da UFBA, em Salvador

Incêndios
Cinemark Shopping D, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Clube Naval, no no Rio de Janeiro
Uziminas Belas Artes, em Belo Horizonte
Cinema da UFBA, em Salvador

Cópia Fiel
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Usiminas Belas Artes, em Belo Horizonte


Turnê
Gran Cine Bardot

Homens e Deuses
Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Seagal, em São Paulo
Cine Batel, em Curitiba
Cinemark SP Market, em São Paulo
Cinemark Guarulhos, em São Paulo
Cine Com Tur, em Londrina
Cine Batel, em Curitiba
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre

Como Arrasar um Coração
Cine Segal, em São Paulo
Cine Sesi, em Maceió

Vincere
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre

A Fita Branca
Cinemateca Paulo Amorim, em Porto Alegre

Reserva Cultural, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre
Cine Vivo, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Espaço Beira Mar, em Florianópolis

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Cinema do Museu, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Ipanema, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Barra Point, no Rio de Janeiro
Estação Botafogo, no Rio de Janeiro
Espaço Beira Mar, em Florianópolis
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
Cine Batel, em Curitiba
Cinema do Museu, em Salvador
Cine Vivo, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Topazio, em Campinas
Estação Botafogo, no Rio de Janeiro

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Arteplex, em São Paulo
Playarte Bristol, em São Paulo 
Cine Lumière, em São Paulo
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Espaço Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Cine Guion, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre

Vejo Você no Próximo Verão
Reserva Cultural, em São Paulo
Playarte Bristol, em São Paulo
Cine Lumière, em São Paulo
Unibanco Arteplex, em São Paulo
Estação Ipanema, do Rio de Janeiro
Unibanco Arteplex, do Rio de Janeiro
Espaço Rio Design, no Rio de Janeiro

Mamute
Pré estreia nos cinemas:
Estação Sesc Botafogo 1, Terça-feira 26/07 às 19h30
Estação Vivo Gávea 3, Quarta-feira 27/07 às 19:50
Estação Sesc Ipanema 2, Quinta-feira 28/07 às 19h10

“Febre do Rato”, que será distribuído pela Imovision, é o grande vencedor do Paulínia Festival de Cinema

Ontem foi a premiação do Paulínia Festival de Cinema e o filme “Febre do Rato”, de Cláudio Assis, que será distribuído pela Imovision, foi o grande vencedor da noite. O filme foi premiado em 8 categorias, incluindo "Melhor Filme", "Melhor Ator" e "Melhor Atriz".
• Melhor Filme Ficção - "Febre do Rato", Cláudio Assis
• Melhor Ator - Irandhyr Santos, "Febre do Rato"
• Melhor Atriz - Nanda Costa, "Febre do Rato"
• Melhor Fotografia - Walter Carvalho, "Febre do Rato"
• Melhor Montagem - Karen Harley, "Febre do Rato"
• Melhor Direção de Arte - Renata Pinheiro, "Febre do Rato"
• Melhor Trilha Sonora - Jorde Du Peixe, "Febre do Rato"
• Melhor Longa Ficção - Claudio Assis, "Febre do Rato" (JÚRI DA CRÍTICA)
Febre do Rato, grande vencedor do Paulínia Festival de Cinema
Ao ser premiado, o diretor Cláudio Assis falou sobre a premiação e também sobre o Paulínia Festival de Cinema: “Não rodei meu filme em Paulínia, porque ele se passa todo no Recife. Mas quero muito que esse projeto permaneça, que isso aconteça. Eu aposto que isso dê certo, que essa semente não murche. Que vocês de Paulínia sejam um exemplo pro que é a cultura do cinema. Parabéns”.

Os atores Irandhyr Santos e Nanda Costa, premiados como Melhor Ator e Melhor Atriz, falaram sobre Febre do Rato e sobre o diretor Cláudio Assis.

Cláudio, fazer cinema com você é aprender a olhar o mundo de maneira honesta”, disse Irandhyr Santos no palco. Já, Nanda Costa, que interpreta Eneida no filme, citou uma frase de Clarice Lispector ao agradecer ao prêmio: “Depois do medo, vem o mundo. É isso que a gente do filme acredita”.

O filme "Febre do Rato" conta a história de Zizo (Irandhir Santos), ele é um poeta inconformado e anarquista, que banca a publicação de seu tablóide. Em seu mundo próprio, onde ajudar os necessitados é uma mistura de benefício com maldade, ele conhece Eneida (Nanda Costa). A partir de então suas convicções começam a ruir, já que se vê diante de conflitos entre os interesses da coletividade e suas próprias vontades.

14 de jul de 2011

A Imovision comemora 24 anos de vida!

Hoje a distribuidora Imovision comemora 24 anos de existência! Sempre se encarregando de trazer filmes de arte e cultura para os cinemas e locadoras brasileiras.

Tudo começou em 1987 quando Jean Thomas Bernardini estruturou a empresa e dois anos depois, em 1989, distribuiu nosso primeiro filme: “Inverno 54”, um drama dirigido por Denis Amar e estrelado por Lambert Wilson e Claudia Cardinale.

“Inverno 54” fez um grande sucesso no circuito alternativo na época, e depois disso diversos outros tiveram interesse em distribuir seus filmes para o Brasil.
Nessa época, a Imovision distribuía em média três filmes por ano. Hoje esse número ultrapassa a marca dos 20 (em média 25 por ano), e a procura por nossos filmes só aumenta.

O mais interessante de tudo, o que se torna um grande diferencial para a Imovision, é a fidelidade que conquistamos de nosso público, pois por mais que o mercado demande filmes mais comerciais e hollywoodianos, a Imovision reciprocamente à fidelidade de seus clientes, é leal ao circuito de filmes alternativos que existem, e crescem cada vez mais, no mercado.


Nesses 24 anos de empresa, a Imovision já distribuiu diversos filmes renomados e sempre elogiados pela crítica, que por mais que sejam do circuito alternativo de cinema acabam sendo assistidos por não apenas o público que gosta desse gênero como também pelos apreciadores de todos os filmes no geral, como por exemplo: A Fita Branca de Michael Haneke , Monster – Desejo Assassino de Patty Jenkins, Dogville de Lars Von Trier, Cópia Fiel de, Paranoid Park de Gus Van Sant; Incêndios de Denis Villeneuve ; Tetro de Francis Ford Coppola, e ainda esse ano a Imovision lançará seu primeiro filme em 3D “Pina” de Wim Wenders, que além de ser nosso primeiro filme em 3D será também o primeiro filme de arte lançado em 3D no Brasil.

Nós da Imovision agradecemos ao nosso público, que sempre nos apoia e incentiva a cada vez mais trabalharmos com esses filmes que tanto gostamos e tanto nos dá prazer. Esperamos continuar agradando e trazendo sempre mais arte e cultura para nosso público.

13 de jul de 2011

E como fica o amor, nas relações virtuais no século XXI?

Em 2011, século XXI, o conceito de amor, tão mutável e ao mesmo tempo conservador, pode  ter (e claramente teve) mudado um pouco, assim como muitos conceitos que foram se adaptando ao nosso dia-a-dia moderno.
Ah, o amor! O conceito de amor foi aprimorado durante as décadas até chegar a algo como “amor livre” implementado em meados de 60/70, movimento hippie, peace and love, etc. Isso muito mais promoveu a emancipação da mulher em relação ao conservadorismo sexual que viveram até esse ponto do que a emancipação do “amor” em si, já que agora o “amor livre” possibilitava que as mulheres (assim como os homens) compreendessem esse amor descolado como experiência de prazer e uma possível liberdade. 

Com isso, tudo que pudemos ver de mudança no conceito de amor foi nenhuma, pois as pessoas continuaram (e continuam) colocando o amor como instituição obrigatória, separando “amor carnal” de “amor espiritual”, e este se colocando como algo hipostático, fundido com algo que vai além de nossa razão, algo que vem “da alma”, não como uma intervenção cultural.

As pessoas costumam elevar o amor à um patamar aurático, divino, como a única verdade e última pureza existente em um mundo corrompido por pessoas ruins. Pessoas estas que vivenciam esse amor. Um pouco irônico, e controverso...

A verdade é que temos medo do amor, medo de nossos próprios corpos, corpos que não conseguimos muitas vezes controlar, e o discurso romântico durante muito tempo esteve ali para justificar o “amor carnal” que muitas vezes as pessoas evitam pronunciar que “sentem”.

Isso é completamente cultural. Esse discurso vem das antigas instituições controladoras do estado (a igreja), que tomavam conta da ideologia, que hoje é mediada pelas mídias de massa e principalmente pelas relações virtuais, que naturalizam o artificial e sustentam o discurso romântico. O que antes era feito por troca de cartas é ampliado no cenário dos chats, msn, facebook, twitter, e toda e qualquer outra plataforma de relações virtuais que poderão vir a existir.

O conceito de amor é transitório: muda de acordo com o que a modernização demanda, e o meio pelo qual estabelecemos nossa relação com o corpo do outro.

“Quem precisa de cupido quando se tem internet? [...] Amor é a da morte da libido pelo triunfo do discurso”, reflete Marcia Tiburi sobre o “amor digital”.

O amor, que cruamente falando é o desejo pelo corpo do outro, é abstraído do corpo e pode (e é e muito) idealizado. Sendo assim o “amor digital” é o melhor jeito de sustentar a idealização nos dias de hoje, já que todos as fendas causadas pelo medo que temos do contato físico é suprido pela possibilidade de moldar-se da maneira que quiser por trás de seus perfis nas redes sociais.

A vida digital nos proporciona uma comodidade, como é retratado em "Medianeras - Buenos Aires na Era do Amor Virtual": Mariana (Pilar López de Ayala), e Martin (Javier Drolas) vivem na mesma cidade, na mesma quadra, em apartamentos um de frente para o outro, mas nunca conseguem se encontrar. Eles se cruzam sem saber da existência do outro. Ela sobe as escadas, ele desce as escadas; ela entra no ônibus, ele sai do ônibus. Eles frequentam a mesma videolocadora, sempre com um stand de filmes os separando. Eles sentam na mesma fileira em um cinema, mas não se veem na sala escura.

A cidade que os coloca juntos é a mesma que os separa, e a vida digital que Martin e Mariana levam contribui para isso. Se olharmos de fora, nada lhes falta, mas mesmo assim nunca parece suficiente, é melancólico, pois pouquíssimo investimento libidinal é feito nas relações virtuais, se não nenhum. Falo e não faço, economizo tempo e evito o sofrimento emocional, mas acabo apático por não conseguir me relacionar com o mundo real.

Há uma supervalorização do amor, e há o pensamento assustador que sem amor ninguém pode viver, alimentado pelas mídias, pelas musicas, pelos poetas, por nossos pais, por nós mesmos principalmente.

É aquilo que liga nosso corpo à nossa linguagem, e falando em linguagem, vale lembrar o símbolo mais utilizado para representar o amor, que é o coração. A partir daí podemos claramente ver à que esse “sentimento” foi remetido desde muito tempo atrás até agora.

O computador aparecendo como extensão de nosso cérebro, o amor virtual aparece e acontece! E nos mostra o quanto adotamos e vivemos esse (pré) conceito de amor mesmo sem estabelecer um elo físico, praticando um amor sem o ato em si. Um amor sem corpo.

Portanto, não chego a nenhuma conclusão, apenas que é necessário desatar a ideia da supervalorização do conceito de amor; desvinculá-lo de seu símbolo historicamente mais utilizado que é o coração (eternamente   associado como o mais vital órgão do corpo humano) para podermos enxergar que além da emoção, existe a razão (e o órgão mais vital do corpo humano é o cérebro, porque de nada adianta um coração pulsante numa morte cerebral).
O ideal seria encontrar um equilíbrio entre as relações virtuais e um desprendimento desse conceito de amor espiritual, até porque a ideia de "encontrar alguém" causa certa pressão nas pessoas que tem mais dificuldade de se relacionar e as leva a viver uma vida inteiramente virtual.

“Todos os edifícios, absolutamente todos, têm um lado inútil, imprestável. Que não dá nem para a frente, nem para os fundos: a medianera.” E é nela que precisamos abrir um espaço e deixar que o sol e todas as outras coisas as quais não damos abertura, ou que não preenchem espaço algum em nossas vidas porque não temos tempo ou coragem de tentar vivenciar, fazer parte de nossa rotina e quem sabe encontrar alguém ou algo que independente de qualquer instituição nos faça bem, e feliz.

"Medianeras - Buenos Aires na Era do Amor Virtual" estreia dia 02 de setembro nos cinemas brasileiros.
Acompanhe "Medianeras" no Twitter e Facebook.


11 de jul de 2011

“Vejo Você no Próximo Verão” primeiro longa dirigido por Philip Seymour Hoffman estreia esse mês

“Vejo Você no Próximo Verão primeiro longa dirigido e estrelado por Philip Seymour Hoffman estreia esse mês nos cinemas.
Um filme sobre romance e superação soa como clichê, mas no caso de "Vejo Você no Próximo Verão" os clichês ficam de lado para dar espaço a gestos simples que dão aos personagens características peculiares, peculiaridades estas que juntos, Connie (Amy Ryan) e Jack (Philip Seymour Hoffman) conseguem suprir as diferentes necessidades pendentes um no outro.

“Vejo Você no Próximo Verão conta a história de Jack (Philip Seymour Hoffman) e sua vontade de superação de alguns problemas que o afetam sua rotina.
Jack parece alguém acomodado, que mesmo com vontade de progredir sempre lhe falta um incentivo. Com isso, ao conhecer Connie e o esforço que ambos fazem para que a relação entre eles seja algo impulsionador para suas vidas sem muito perspectiva começa aflorar aí.

“Vejo Você no Próximo Verão é um romance que aborda as fragilidades dos seres humanos e como elas existem mesmo naqueles que acreditamos ser exemplos daquilo que acreditamos ser perfeito.
Jack e Connie desenvolvem um relacionamento tão singelo e transparente, que é encantador ver o quanto os dois progridem juntos. Connie o inspira a aprender a cozinhar, procurar um novo emprego e até mesmo aprender a nadar, assim ele pode levá-la ao romântico encontro de barco que ela sempre sonhou (o que justifica o título original em inglês Jack Goes Boating).

“Vejo Você no Próximo Verão estreia dia 22 de julho nos cinemas brasileiros.

8 de jul de 2011

Saiba onde assistir aos filmes da Imovision

Referente  a  semana  de  07 a 14/07/2011

O Pequeno Nicolau
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro

Um Quarto em Roma
Cinema da UFBA, Rio de Janeiro

O Primeiro que Disse
Cinemark SP Market, em São Paulo
Cinemark Pier 12, em Brasilia
Cinema da UFBA, Rio de Janeiro

Poesia
Usiminas Belas Artes, Belo Horizonte

Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Usiminas Belas Artes, em Belo Horizonte
Cinema da UFBA, em Salvador

Cópia Fiel
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Cine Sesi, em Maceió
Usiminas Belas Artes, em Belo Horizonte

Rio Sonata
Cine XIV, em Salvador

Homens e Deuses
Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Batel, em Curitiba
Cine Guion, em Porto Alegre
Fundação Joaquim Nabuco, em Recife
Mag Shopping, em João Pessoa

Cine Segal, em São Paulo

Cinemark, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre
Cine Vivo, em Salvador
Cine Batel, em Curitiba

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco, em São Paulo
Estação Sesc Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Barra Point, no Rio de Janeiro
Espaço Beira Mar, em Florianópolis

Cine Batel, em Curitiba

Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre

Reserva Cultural, em São Paulo
Playarte Bristol, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Kinoplex Vila Olimpia, em São Paulo
Kinoplex Itaim Bibi, em São Paulo
Cine Lumière, em  São Paulo
Cinemark Iguatemi, São Paulo
Cinemark Iguatemi em Alphaville, em São Paulo
Cinemark Cidade Jardim, em São Paulo
UCI Jardim Sul, em São Paulo
Espaçi Unibanco Santos, em São Paulo
Cine Topazio, em Campinas
Espaço Almeida de Cinema, em Juiz de Fora
Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Kinoplex Fashion Mall, no Rio de Janeiro
Espaço Rio Design, no Rio de Janeiro
Roxy, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gávea, no Rio de Janeiro
Estação Sesc Barra Point, no Rio de Janeiro
Estação Espaço Sesc de Cinema, no Rio de Janeiro
Esapaço Beira Mar, em Florianópolis
Usiminas Belas Artes, em Belo Horizonte
Cine Paragem, em Belo Horizonte
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Curitiba
Cine Batel, em Curitiba
Espaço Dragão do Mar, em Fortaleza
Cine Ritz, em Vitória
Espaço Unibanco Glauber Rocha, em Salvador
Cine Vivo, em Salvador
Cinema do Museu, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Espaço de Cinema, no Rio de Janeiro
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro

Reserva Cultural, em São Paulo
Espaço Arteplex, em São Paulo
Playarte Bristol, em São Paulo 
Cine Lumière, em São Paulo
Cine Vivo Gávea, no Rio de Janeiro
Estação Ipanema, no Rio de Janeiro
Espaço Sesc de Cinema, no Rio de Janeiro
Kinoplex Fashion Mall, no Rio de Janeiro
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Cine Guion, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre

Primeira sessão de cinema do Brasil faz 115 anos

Há 115 anos a primeira sessão de cinema no Brasil acontecia. Foi em uma sala alugada na Rua do Ouviro, no Rio de Janeiro. O palco para o feito é foi uma sala do Jornal do Commercio, alugada para a exibição do filme.

Em 08 de de julho de 1896, o belga Henri Paillie, apresentou aos cariocas pequenos filmes. Foram 8 no toal, com duração de aproximadamente 1 minuto cada. Os filmes foram adquiridos, provavelmente, da França e já teriam sido exibidios na Europa e mostravam cenas do cotidiano.

De acordo com o pesquisador Hernani Heffner, em entrevista ao Estadão, as primeiras exibições duraram cerca de uma semana e não foram nada baratas: "Paillie cobrava ingresso e não era barato. O cinema era para a elite, não para o povão, uma atividade de luxo. Ele era um personagem obscuro. O que se sabe é o que saiu na imprensa à época", disse ele.

O local exato da primeira exibição ainda é um mistério, mas ao ler o livro "Palácios e Poeiras: 100 anos de Cinemas no Rio de Janeiro", escrito por Alice Gonzaga, podemos descobrir que a sessão aconteceu no número 57 da Rua do Ouvidor, porém depois de 115 anos a numeração da rua mudou, agora não é possível saber em qual sala ocorreu a primeira exibição de cinema no Brasil.

A RioFilme e a Subsecretaria de Patrimônio da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro farão uma homenagem colocando uma placa Rua do Ouvidor.

Hoje a Imovision parabeniza os 115 da primeira exibição de cinema do país e deseja que muitos outros aniversários como esse sejam comemorados.

A seguir, algumas curiosidades sobre o cinema no Brasil:
- A primeira sala de cinema foi criada no ano de 1897, por Paschoal Segreto e se chamava Salão de Novidades Paris.
- O primeiro sucesso dos cinemas, com 800 exibições, foi o filme Os Estranguladores, lançado em 1906. O média metragem tinha seguia os temas que davam maior audiência na época: filmes sobre crimes.
- Já a primeira dublagem ao vivo foi no anos de 1910. Naquela época os filmes eram cantandos, onde os atores dublavam-se ao vivo, por trás da tela que exibia as imagens já gravadas.

A Imovision, com 24 anos de de atuação no Brasil, costuma distribuir uma média 25 filmes por ano e chegou ao país em 1987, distribuindo seu primeiro filme dois anos depois, no ano de 1989. A produção foi Inverno 54 de Denis Amar. Um drama estrelado por Lambert Wilson e Claudia Cardinale.

Estreia hoje a cinebiografia "Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres" nos cinemas!

Hoje estreia a aguardada cinebiografia Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres nos cinemas.

Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres é um conto de Joann Sfar sobre a vida do cantor, pintor, compositor, boêmio francês que revolucionou por várias décadas a música francesa e polemizou tudo relacionado a ele.

A cinebiografia retrata Serge Gainsbourg desde pequeno, nascido na França em 1928, vagando pelas ruas ocupadas pelos nazistas, até os momentos mais inspiradores de sua carreira, que foi seu relacionamento com as mais belas mulheres de sua época, como Brigite Bardot, para quem escreveu “Je t'aime... moi non plus”, a música romântica mais erótica de todos os tempos, em apenas uma noite e que mais tarde foi gravada pelo próprio Serge e sua esposa com quem foi casado por 22 anos Jane Birkin.

Serge influenciou e influencia muitos até hoje, e deixou uma legião de fãs órfãos de sua genialidade musical quando faleceu em 1991.

Joann Sfar, antes de colocar o longa em execução fez à mão livre o storyboard do filme inteiro, e confessa que desde que viu Serge Gainsbourg na TV ainda quando era criança, o ícone da música francesa virou uma obsessão para o diretor, que é considerado um dos mais brilhantes e talentosos artistas da nova geração dos quadrinhos contemporâneos franceses.

Engana-se quem for assistir ao filme como um documentário simplista sobre a vida do cantor, pois ao final do filme, nos créditos, uma frase do próprio Sfar resume sua intenção ao fazer Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres : “Gosto de suas verdades, mas prefiro suas mentiras” (talvez não exatamente com essas palavras e, é claro, em francês). 
“Serge Gainsbourg criou um personagem para ele mesmo. Eu não quero sair por aí me aprofundando em sua vida pessoal para descobrir quem ele realmente era. Eu não poderia me importar menos com a verdade. Eu amo Gainsbourg demais pra traze-lo de volta para as esferas da realidade. Eu queria que esse filme tivesse tanta energia quanto Sergio Leone e tanta elegância quanto Fred Astaire. Eu quero fazer um filme cult, não um filme com considerações jornalísticas de sua vida. Eu conto histórias através de imagens então  meu filme será bastante visual.” Joann Sfar


E realmente foi. A cinebiografia de Gainsbourg é uma obra prima do cinema-arte francês.
Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres estreia hoje nos cinemas brasileiros.Veja o trailer, e corra para o cinema.