29 de abr de 2011

Saiba onde assistir os filmes da Imovision

Saiba onde está sendo exibido seu filme preferido da Imovision. Programação referente a semana de 29/04/2011 a 05/05/2011


Estação Botafogo, no Rio de Janeiro

BH Shopping, em Belo Horizonte
Cine Praia Grande, em São Luís do Maranhão
Cine Sesc, em São Paulo

Rosa e Silva, em São Paulo

Cine Topazio, em Campinas

(O Filme não possui digital)
Cinemark Guarulhos, em Guarulhos
Cine Sesc, em São Paulo
Cine Metropolis, Vitória
Cinema do Museu, Salvador
Espaço Unibanco Vilagio, em Sorocaba
Cine Clube Cauim, em Ribeirão Preto
Cinemark, em Salvador
Cine Ordovas, em Caxias do Sul
Cinesystem, em Maringá
Cine Praia Grande, em São Luiz do Maranhão

Cine Guion, em Porto Alegre
Cinema da UFBA, em Salvador
Cine Jaragua, em São Paulo

(35 MM – O Filme é Scop e não tem digital)
Cinemark, em Guarulhos
Cine Guion, em Porto Alegre
Circuito Cinemas, em Maringá
Cine Cultura, Goiânia
Cinema do Museu, em Salvador

(35 MM – O Filme é Scop e não tem digital)
Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Rosa e Silva, em Recife
Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro
Cine Casa Park, em Brasília

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Jaragua, em São Paulo
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Fundação Joaquim Nabuco, em Recife

(35 MM – O filme não possui digital)
Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Espaço Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Cine com Tur, em Londrina

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Galeria, em Campinas
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Unibanco Arteplex, em São Paulo
Estação Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Cine Santa Tereza, no Rio de Janeiro
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Cine Guion, em Porto Alegre
Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
Cine Batel, em Curitiba
Unibanco Arteplex, em Curitiba
Cine Vivo, em Salvador
Cinema do Museu, em Salvador
Cine Bouganville, em Goiânia
Cine Casa Park, em Brasília

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Sesc, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em São Paulo
Espaço Almeida de Cinema, em Belo Horizonte
Cine Vivo, em Salvador
Cine Batel, em Curitiba

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Lumiére, em São Paulo
Espaço de Cinema, no Rio de Janeiro
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre
Cinema UFBA, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Livraria Cultura, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Espaço Unibanco Pompéia, em São Paulo
Cine Lumiere, em São Paulo
Espaço de Cinema, no Rio de Janeiro
Estação Ipanema, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Espaço Rio Design, no Rio de Janeiro
UCI New Tork, no Rio de Janeiro
Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro

Fundação Cultural, em Curitiba

Instituto de Cinema, em Porto Alegre

Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre

Cine Joia, no Rio de Janeiro

(Pré-estreia dia 30/04)
Reserva Cultural, em São Paulo

26 de abr de 2011

A Imovision te leva para o lançamento do DVD "Telê Santana: Meio Século de Futebol Arte"



Na quinta-feira dia 21 de abril, completou cinco anos sem Telê Santana, um dos melhores técnicos da história do futebol.

Telê foi vangloriado até quando, sendo comandante da seleção brasileira, perdeu para seleção italiana a copa do mundo de 1982, e esta mesmo com a derrota é considerada por muitos a melhor seleção de todos os tempos.

Além da seleção brasileira Telê Santana treinou diversos times, sendo responsável por conquistar muitos títulos, inclusive duas vezes a Taça Libertadores da América pelo São Paulo Futebol Clube.

Para homenagear Telê Santana a Imovision vai sortear 10 pares de convites para o lançamento do documentário sobre a vida do técnico produzido por Ana Carla Portella, “Telê Santana: Meio Século de Futebol Arte”, que será nessa segunda-feira, dia 02 de maio no Reserva Cultural, localizado na Av. Paulista nº 900 entre as estações Trianon Masp e Brigadeiro, as 21h30.

A recepção do lançamento do DVD será feita pela família de Telê Santana, e o evento ainda contará com um coquetel após a exibição do documentário junto à presença dos mais ilustres jogadores que foram treinados ou que de certa forma participaram da vida de Telê.

Regras para participar da promoção:

1. Seguir o perfil @imovision no Twitter
2. Curtir a página da Imovision no Facebook
3. Twittar a seguinte frase:
#TernamenteTele: A @Imovision me leva para o lançamento do filme "Tele Santana: Meio Século de Futebol Arte" http://migre.me/4maQe
4. Pronto, agora você está concorrendo!

Para definir o ganhador, usaremos o site Sorteie.me. Por isso, não esqueça do link quando postar a frase, ele funciona como validação da sua partipação na promoção.
A promoção começa hoje, terça-feira 26 de abril e termina quinta-feira 28 de abril. A realização do sorteio acontecerá as 18h30 do dia 28/04.
Boa sorte!

*O prêmio não pode ser trocado por outra coisa.
*A promoção é válida apenas para usuários que residem em São Paulo
*A Imovision não se responsabiliza pelos custos de locomoção ou qualquer outro que possa vir a ter para chegar ao local.

23 de abr de 2011

Saiba onde assistir aos filmes da Imovision

Saiba onde está sendo exibido seu filme preferido da Imovision. Programação referente a semana de 22/04/2011 a 29/04/2011


Estação Botafogo, no Rio de Janeiro
Circuito Cinema, em Maringá

Cine Sesc, São Paulo

BH Shopping, em Belo Horizonte
Cine Praia Grande, em São Luís do Maranhão
Cine Sesc, em São Paulo

Cine Sesc, em São Paulo

Cine Topazio, em Campinas

(O Filme não possui digital)
Cinemark Guarulhos, em Guarulhos
Cine Sesc, em São Paulo
Cine Metropolis, Vitória
Cinema do Museu, Salvador
Espaço Unibanco Vilagio, em Sorocaba
Cine Clube Cauim, em Ribeirão Preto
Cinemark, em Salvador
Cine Ordovas, em Caxias do Sul
Cinesystem, em Maringá
Cine Praia Grande, em São Luiz do Maranhão

Cine Guion, em Porto Alegre
Cinema da UFBA, em Salvador
Cine Jaragua, em São Paulo

(35 MM – O Filme é Scop e não tem digital)
Cinemark Shopping D, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Circuito Cinemas, em Maringá
Cine Cultura, Goiânia
Cinema do Museu, em Salvador

(35 MM – O Filme é Scop e não tem digital)
Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Rosa e Silva, em Recife
Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro
Cine Casa Park, em Brasília

Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine XIV, em Salvador
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
Fundação Joaquim Nabuco, em Recife

(35 MM – O filme não possui digital)
Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Espaço Botafogo, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Cine Rosa e Silva, em Recife

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Lumierè, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Unibanco Arteplex, em São Paulo
Cine Topazio, em São Paulo
Cine Galeria, em Campinas
Espaço Unibanco, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Cine Santa Tereza, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
Cine Batel, em Curitiba
Unibanco Arteplex, em Curitiba
Cine Vivo, em Salvador
Cinema do Museu, em Salvador
Cine Bouganville, em Goiânia
Cine Casa Park, em Brasília

Reserva Cultural, em São Paulo
Estação Botafogo, no Rio de Janeiro
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em São Paulo
Espaço Almeida de Cinema, em Belo Horizonte
Cine Vivo, em Salvador,
Espaço Unibanco Glauber Rocha, Salvador
Cine Jardim, em Vitoria

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Lumiére, em São Paulo
Espaço de Cinema, no Rio de Janeiro
Estação Laura Alvim, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Livraria Cultura, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Espaço Unibanco Pompéia, em São Paulo
Cine Lumiere, em São Paulo
Espaço de Cinema, no Rio de Janeiro
Estação Ipanema, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Espaço Rio Design, no Rio de Janeiro
UCI New Tork, no Rio de Janeiro
Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro

Especial Maceió - Mostra Cine Sesi
Caro Francis - 26/04 (digital)
A Fita Branca - 26/04 (digital)
Contos da Era Dourada - 27/04 (digital)
Vincere - 2704 (digital)
Dzi Croquetes - 28/04 (digital)
Tetro - 28/04 (35mm)

Especial Curitiba - Fundação Cultural
A Fita Branca - 22 /4 A 05/05
Felic Que Minha Mãe Esteja Viva

19 de abr de 2011

Monge sobrevivente do massacre retratado em "Homens e Deuses" fala sobre o filme em entrevista exclusiva



Jean-Pierre Schumacher, um dos monges sobreviventes do massacre de 1996 jamais havia falado depois da morte dos monges de Tibhirine até agora.
Aos 88 anos em um mosteiro no Marrocos, aceitou ser entrevistado.
Confira na integra a entrevista de Jean-Marie Guénois, publicada na revista Le Figaro Magazine, em 06/02/2011, sobre sua opinião sobre o filme Homens e Deuses, de Xavier Beauvois traduzida por Moisés Sbardelotto:


O senhor gostou do filme "Homens e deuses"?
Ele me tocou profundamente. Comoveu-me rever as coisas que vivemos juntos. Mas senti principalmente uma espécie de plenitude, nenhuma tristeza. Achei o filme muito bonito, porque a sua mensagem é realmente verdadeira, mesmo que a filmagem nem sempre corresponda exatamente com o que aconteceu. Mas isso não importa. O essencial é a mensagem. E o filme é um ícone. Um ícone diz muito mais do que se vê... É um pouco como o canto gregoriano. Quando é bem composto, o autor coloca nele uma mensagem, e quem o canta encontra nele mais ainda, porque o Espírito trabalha nele. Nesse sentido, o filme é um ícone. É verdadeiramente um êxito, uma obra-prima.

O senhor não tem nenhuma crítica a fazer?
Ouvi algumas críticas ao papel do prior, Christian de Chergé. Alguns o acharam um pouco apagado, mas eu o achei muito bom. Outros o acharam muito austero, porque jamais se vê ele sorrindo. Mas ele tem tudo a ver com o personagem que convém à grave situação que atravessamos. Admira, nesse papel, o seu modo de se pôr à escuta dos freis, particularmente nos momentos difíceis. Ele não quer impôr. Ele está à escuta. Sente-se que ele tem pleno respeito pelos freis. Vê-se o pastor e a sua preocupação de se abrir a Deus, para se deixar trabalhar por Deus e ter a reação certa perante os freis. Em todo o filme, vê-se essa abertura a Deus, ele se interroga, ele se deixa influenciar por ele. Isso é monástico!

Há alguma lacuna com relação à história real?
Não a percebi.

Mas como o senhor, como monge, vive o sucesso do filme?
Estamos contentes e maravilhados de ver um tal sucesso, mas não temos nada a ver! O fato de ser conhecido me perturba um pouco... Um monge é feito para estar escondido.

Por que no início da gravação do filme o senhor era contrário?
Não queríamos aceitar o filme, nem que ele fosse filmado no Marrocos por causa do risco de sermos suspeitos de proselitismo. Naquele momento, alguns não recebiam mais há muito tempo a permissão de estada. Devíamos ser muito prudentes, mas estávamos abandonamos à vontade do Senhor. Por isso, não fomos consultados. A equipe sabia da nossa oposição e conhecia as razões da nossa prudência. Foram muito respeitosos.

Quando o senhor chegou em Tibhirine?
Jamais me esquecerei daquele 19 de setembro de 1964, quando chegamos perto do mosteiro em dois cavalos. Sempre verei aquele menino na garupa de um asno que veio ao nosso encontro para nos acolher. Eu estava muito feliz. Da minha pequena cela, eu via o claustro, o jardim e o vilarejo à distância. Eu então me disse: eis a paisagem que eu verei no final da minha vida. Porque no meu coração era pela vida inteira. Sem retorno. Fiquei 32 anos, de 1964 até o sequestro em 1996.

Como era a vida lá?
Os primeiros tempos foram difíceis. Na comunidade, faltava estabilidade, e foi um período muito duro de se viver. Além disso, a nova Argélia estava se ajeitando. As relações com as pessoas dos arredores não eram fáceis. Havia reflexos da rejeição dos franceses. Percebia-se essa lacuna por ocasião das festas, cristãs ou muçulmanas. Não tinham nada a ver umas com as outras. Lutamos contra isso e procuramos nos tornar mais sociáveis mutualmente. Por isso, o consultório, administrado pelo frei Luc, foi muito importante. Ele acolhia até 80 pessoas por dia! Depois, Christian de Chergé foi eleito prior em 1984. Tínhamos necessidade de alguém como ele que falasse árabe e conhecesse bem a cultura muçulmana. Desde então, tornamo-nos uma verdadeira comunidade, mais estável. Quem se engajava, o fazia a sério. Éramos quase independentes. Isso foi uma vantagem, porque nos permitiu empreender muitas iniciativas nas relações islamo-cristãs.

Que papel teve Christian de Chergé?
Com ele, houve uma evolução para a islamologia. Ele, pessoalmente, estudou muito o Alcorão. De manhã, ele fazia a lectio divina com uma Bíblia em árabe. Às vezes, fazia a meditação com o Alcorão. Ele procurava nos fazer evoluir. Tínhamos relações com o Islã, mas não em nível intelectual. Ele conhecia muito bem o ambiente muçulmano e a espiritualidade sufi. Alguns monges consideravam que a comunidade devia permanecer em equilíbrio e que nem tudo devia ser orientado pelo Islã. Isso causou alguns atritos. As tensões acabaram sendo superadas graças à criação de um grupo de troca e de partilha com muçulmanos sufis, que chamamos de ribat, um termo árabe. Entendemos que a situação sobre os dogmas dividia, já que era impossível. Então, falava-se do caminho para Deus. Rezava-se em silêncio, cada um segundo sua própria oração a Ele. Esses encontros bienais se interromperam em 1993, quando começou a ficar perigoso. Mas o conhecimento mútuo fez de nós verdadeiros irmãos, profundamente.

Em que o padre Christian de Chergé lhe marcou?
O que mais me tocava nele era a sua paixão interior pela descoberta da alma muçulmana e por viver essa comunhão com eles e com Deus, sempre permanecendo um verdadeiro monge e cristão.

A quem o senhor se sentia mais próximo?
Do frei Luc! Éramos muito próximos. Ele não era padre, era frei. Podia-se confiar nele. Era cheio de sabedoria. Em uma pequena comunidade em que não há muitos sacerdotes, não é fácil encontrar um diretor espiritual. Se eu tinha um problema ou uma dificuldade de relação com um coirmão, eu ia logo ao encontro do frei Luc, sabendo bem que haveria uma resposta. Era um modelo... No capítulo, mesmo durante o período de tensão e de medo, ele sempre conseguia arrancar uma risada. Ele era precioso para a vida em comum. Mesmo que, como médico, ele tivesse um regime especial, porque ficava todo o dia no consultório e além disso se ocupava da cozinha! Começava os seus dias à 1h da manhã para estar pronto para as sete horas no consultório. Sofria de asma e não conseguia dormir. Dormia de pé! Era muito próximo também do frei Amédée, o outro que conseguiu escapar, que morreu aqui, em Midelt.

O senhor reza pelos freis desaparecidos?
Busco ter um momento todas as manhãs. Não me esqueci deles. Continuam presentes. Todos. Busco seguir em frente. O filme, desse ponto de vista, nos estimula na nossa vocação.

Os seus coirmãos lhe falam na oração?
Não, ainda não... Tenho a certeza de que estão perto do Senhor. Tive essa certeza desde o início, por causa do seu martírio. Isso dá alegria, não tristeza. É isso que eu sinto olhando o filme: alegria, não nostalgia! (risos). Esperando que o Senhor nos mande outros monges que queiram viver isso.

O senhor nunca sente saudades da vida em Tibhirine?
Um pouco, sim... Vivemos coisas muito bonitas juntos. E depois a vida em comum para representar o Senhor e a sua Igreja. É uma vocação muito bonita. Pode levar longe. Cristo é maior do que a Igreja. Os sufis utilizam uma imagem para falar da nossa relação com os muçulmanos. É uma escada dupla. Os pés apoiam-se na terra, e a parte alta toca o céu. Nós subimos de um lado, eles do outro, segundo o seu método. Quanto mais se está perto de Deus, mais se está perto uns dos outros. E, reciprocamente, quanto mais se está perto uns dos outros, mais se está perto de Deus. Toda a teologia está nisso!

Porém, o encontro era com a morte...
O que vivemos lá, juntos e desde o início, foi uma ação de graças. Preparamo-nos para isso juntos. Por fidelidade à nossa vocação, havíamos decidido ficar, sabendo muito bem o que podia acontecer. O Senhor nos envia. Não renunciamos mesmo que, ao nosso redor, os violentos busquem nos fazer ir embora, e até mesmo as autoridades. Mas temos o nosso Mestre e estávamos comprometidos com Ele. Em segundo lugar, veio a vontade de ser fiéis às pessoas que estavam ao nosso redor e de não abandoná-las. Estavam tão ameaçadas quanto nós. Estavam entre dois fogos, o Exército e os terroristas. A decisão de não nos separarmos foi tomada em 1993. E mesmo que fôssemos dispersados pela força, devíamos nos reencontrar em Fez, no Marrocos, para recomeçar e nos estabelecer em um outro país muçulmano.

Como o senhor vive o que aconteceu: como um fracasso ou como um cumprimento?
Depois do sequestro, eu e o padre Amédée fomos obrigado a ir à Argélia com a polícia. Rezamos pelos nossos coirmãos para que Deus lhes desse a força e a graça de ir até o fim. Esperávamos uma intervenção da França ou uma intervenção eclesiástica que lhes obtivesse a libertação. Ficamos sabendo da sua morte no dia 21 de maio de 1996. Estávamos rezando as Vésperas. De repente, jovem frei chegou na capela e se jogou por terra diante de todos, gritando o seu desespero: "Os freis foram todos mortos!". À noite, enquanto estávamos lado a lado lavando os pratos, eu lhe disse: "É preciso viver isso como algo muito bonito, muito grande. É preciso ser digno. E a missa que celebraremos por eles não será de preto. Será de vermelho". Nós os vimos logo como mártires, com efeito. O martírio era o cumprimento de tudo ao nos que havíamos preparado há muito tempo ao longo da nossa vida. Aqueles anos que havíamos vivido juntos no perigo. Estávamos prontos, todos. Mas isso não excluiu o medo.

Quando começou o medo?
A partir de 1993, depois da visita do GIA [Grupo Islâmico Armado], na noite de Natal. A comunidade, a partir de então, se reforçou muito em união e em profundidade. O perigo já estava em todos os lugares, em todos os instantes, noite e dia. Isso nos abalou muito. Havíamos visto verdadeiramente o abismo naquele momento.

O que aconteceu exatamente?
Na noite de Natal de 1993, eles escalaram o muro. Estávamos na sacristia com Célestin, que preparava os folhetos dos cantos para a missa de Natal. Homens armados até os dentes nos circundaram. Os croatas haviam recém sido mortos, pensamos que era a nossa vez. Eles nos tranquilizaram. Como éramos religiosos, não nos fariam nada. Mas começaram então a falar mal do governo. Depois, o chefe disse: "Quero falar com o papa daqui". Fomos procurar Christian, que logo disse: "Não, aqui não se com armas. Se querem entrar, deixem as suas armas do lado de fora. Ninguém jamais entrou aqui armado. Esta é uma casa de paz!". No fim, discutiram e exigiram três coisas: que o doutor fosse cuidar dos feridos na montanha, medicamentos, dinheiro. Com tato, Christian respondeu não a todas as demandas. Exceto pelos feridos, que podiam vir, como todos, ao consultório. Depois, disse em árabe que estávamos preparando "a festa do nascimento do príncipe da paz". Eles não sabiam disso e se desculparam, mas disseram: "Voltaremos". Dando uma palavra de ordem: eles perguntariam pelo "senhor Christian". Naquela noite, a missa da meia-noite tinha um sabor particular. No dia seguinte, no capítulo, começamos a discutir o futuro.

O que decidiram?
Que, se pedissem dinheiro, lhes daríamos um pouco para evitar a violência, mas pensávamos também em ir embora, porque não queríamos colaborar com eles. Depois o bispo de Argel veio nos dizer que, se decidíamos partir, não devíamos ir todos juntos, para não assustar a Igreja da Argélia. Decidimos que dois dentre nós partiriam. Célestin, que havia ficado traumatizado desde aquele Natal e que devia passar por uma cirurgia de seis pontes de safena no coração, e o frei Paul, que precisava de repouso.

Havia unanimidade entre vocês?
Depois daquele Natal, houve um outro capítulo. Alguns pensavam que devíamos ficar, outros que era melhor partir. Ainda mais que, naquele momento, por segurança, éramos obrigados a fechar o mosteiro desde o fim da tarde até a manhã. Também dissemos a quem fazia retiros espirituais entre nós que não viessem mais. Estávamos isolados. Isso mudou a economia do mosteiro. Era preciso encontrar outras formas para viver.

Houve divergências?
As coisas evoluíram. O padre Armand Veilleux, que veio pregar um dos últimos retiros, nos havia dito que havíamos chegado "ao cume" da nossa vida em comum. De fato, havíamos chegado unanimemente à decisão de ficar. As relações fraternas haviam se fortalecido ainda mais. No capítulo, não se podia tomar rapidamente decisões tão graves, com relação ao GIA, a uma eventual partida, à nossa conduta caso fôssemos sequestrados ou dispersados... Estávamos todos decididos a ficar, mas o medo daquilo que aconteceria estava presente, mais ou menos, entre todos. Mas era preciso continuar vivendo. Havia atentados à direita e à esquerda. Pessoas próximas do mosteiro haviam sido presas ou ameaçadas. Eis o clima em que vivíamos.

Não havia serenidade, nem depois de terem feito a decisão de ficar?
Não, jamais. À noite, quando cantávamos as Completas, havia como que uma capa de perigo, de chumbo, que descia sobre o mosteiro. De noite, podia acontecer alguma coisa. Dizíamos: o que vai nos acontecer nesta noite? Não esperávamos ser mortos, mas sabíamos que isso podia acontecer a qualquer momento. Tínhamos a sorte de ser uma comunidade. E a vida continuava: um era cozinheiro, outro jardineiro, outro se ocupava da administração. Isso permitia esquecer, mas de tarde, à noite, perguntávamo-nos o que poderia acontecer. Não o dizíamos, mas cada um pensava nisso.

E o que aconteceu na noite do sequestro?
Na noite do sequestro, eu estava no quarto do porteiro. Despertei-me em torno da 1h, com o barulho de vozes diante do portão. Já estavam dentro, no jardim. Seguramente, queriam ver o doutor. Eu estava esperando que batessem na porta antes de me manifestar. Fui olhar pela janela. Vi um deles indo diretamente para o quarto do frei Luc. Não era normal, porque, quando se quer ver o doutor, bate-se no portão, e o porteiro se apresenta. E ouvi uma voz que dizia: "Quem é o chefe?". E reconheci Christian. Eu pensei: "Eles os ouviu antes que eu, abriu a porta e lhes dará o que querem". Em 15 minutos, ouvi que a porta que dava para a rua se fechava e pensei que tivessem ido embora. Um pouco mais tarde, o padre Amédée bateu na porta e me disse: "Os freis foram raptados!". Eles deviam ter saído pelos fundos, senão eu os teria ouvido.

O que o senhor sentiu naquele momento?
A pergunta que me fiz imediatamente era saber o que eu teria feito se os tivesse ouvido e visto sair. Ficaria ou correria atrás deles para ir com eles?

E a sua resposta?
Ainda não respondi. Se isso tivesse acontecido, não seria fácil, mas tenho a sensação de que teria corrido atrás deles. Amédée logo me disse: "Não vão lhes matar, porque se o quisessem já o teriam feito logo". Era muito difícil circular de noite na montanha, porque havia um posto militar não muito longe, na colina. Além disso, o frei Luc tinha 82 anos, e um outro recém havia saído do hospital, com seis pontes de safena. Caminhar com pessoas assim não era fácil. Pensávamos que se serviriam deles para alguma coisa. Na expectativa, nos sentíamos completamente sozinhos, sem os nossos coirmãos. A comunidade estava destruída. Esperávamos, acima de qualquer coisa, que lhes libertariam logo, porque, se não voltassem, a vida no mosteiro estava acabada.

Por que os sequestradores não entraram como das outras vezes?
Quando eles vieram, escalaram o muro. Depois, do lado de dentro, abriram a porta que dava para a rua. Ela tinha apenas uma simples tranca. Aquela porta nunca era fechada a chave. Queríamos que as nossas relações fossem fundadas na confiança mútua.

Os sequestradores eram do GIA ou não?
O guardião do mosteiro me disse que haviam ido ao seu encontro antes, dizendo que queriam ver o doutor, com a desculpa de que tinham dois feridos graves. Ele lhes havia respondido que os padres lhes havia proibido de continuar seu serviço de guarda durante a noite no mosteiro. Era verdade. Haviam-lhe proibido para que não houvesse problemas para a sua família e para ele, no caso de uma desgraça, se houvesse uma agressão... Insistiram. Então, o guardião saiu de casa pelo pátio interior para se dirigir ao mosteiro. Lá, se deparou com um grupo que já estava no pátio. Conduzido para a frente do portão que dava para o quarto do porteiro, ele se encontro no meio de um outro grupo que já havia detido o padre Christian. Estes, então, lhe perguntaram: "Quem é o chefe?". Um dos sequestradores respondeu indicando o líder: "Ele é o chefe, eles devem lhe obedecer". Depois, um deles, dirigindo-se ao guardião, perguntou: "São sete, não é verdade?". O guardião respondeu: "É o que você disse". Mas éramos nove... Provavelmente é por isso que eu e o padre Amédée não fomos levados. Porque, quando eles prenderam sete monges, foram embora sem revistar toda a casa.

Mas o que o senhor acha: quem lhes raptou? O GIA ou o Exército?
Só sabemos aquilo que aconteceu no mosteiro. Sobre o resto, nos interrogamos como todos. A investigação continua. Quanto ao GIA, o guardião me contou que, enquanto desciam, um dos que o acompanhavam disse a um de seus colegas: "Vá buscar uma corda. Ele vai ver quem é o GIA", porque queriam enforcá-lo, mas ele conseguiu se esconder.

Depois de tantos anos, o senhor não consegue ver mais claramente os motivos do sequestro?
Não é possível ver claramente. Em um dos comunicados na rádio Medi 1, o GIA deu uma razão para a sua execução: "As pessoas se convertiam em contato com eles, porque eles tinham relações e saíam do mosteiro, coisa que os monges não deveriam fazer. Eles merecem a morte. Temos o direito de executá-los". Eis, portanto, uma das razões. Ela foi dada pelos próprios extremistas islâmicos. Em seguida, foram dados outros motivos, que são mais hipóteses, esperando o veredito do juiz instrutório que conduz uma investigação sobre as circunstâncias do sequestro e da execução.

Como o senhor vive esse enigma?
Gostaríamos de saber quem os matou e onde os seus corpos estão sepultados. Gostaríamos de saber isso, mas isso é tudo, isso não me inquieta mais. Isso não muda em nada a morte dos freis. Eles estão mortos pelas razões pelas quais haviam escolhido ficar. É por isso que são mártires. Deram a vida. Estavam prontos para dar a vida por isso.

Pode-se esperar o martírio?
Alguns o fizeram, mas esse não era o nosso estado de espírito. Não o desejávamos, não estávamos ali para isso. Mas era preciso estar pronto. Estávamos nas mãos de Deus. E é por isso que, vivendo naquele estado de espírito, os meus irmãos foram mortos. Devo reconhecer e dizer que não ficamos excessivamente chocados. Certamente, isso nos marca, faz sofrer, dá pena... Mas sabíamos o "porquê". Estávamos todos prontos para isso! A vida é só uma passagem, ela termina de um modo ou de outro. Depois voltamos para o Senhor.

O filme de Xavier Beauvois, inspirado no seu sacrifício, pode ser um fermento de reconciliação entre cristãos e muçulmanos?
Certamente! O exemplo dos freis, na sua relação com as pessoas, com os muçulmanos, mostra que podemos nos tornar verdadeiros irmãos, na comunhão, juntos, em profundidade e não só superficialmente. Em profundidade, diante de Deus. Alguns viveram isso. Não é raro. Quando os cristãos veem isso, dão-se conta de que os muçulmanos são pessoas como as outras. Alguns são muito bons: os valores de acolhida, de gentileza, de complacência podem ser vistos. Assim como os valores de união com Deus, de orações cotidianas. Eles têm relações com Deus que são às vezes muito surpreendentes e que são verdadeiros exemplos para nós, cristãos. Um amigo de Christian, que deu a vida por ele, lhe dizia: os cristãos não sabem rezar... São muito caridosos, prestam muitos serviços, mas você nunca os vê rezando! Muitos cristãos poderiam entendê-lo.

O senhor nunca sentiu ódio durante e depois do drama?
É estranho, mas não sinto esse sentimento.

E amargura?
Também não.

Como o senhor interpreta o atual endurecimento de alguns muçulmanos contra os cristãos, do qual os recentes atentados são um sinal?
Isso vem dos extremistas. Os verdadeiros muçulmanos dizem: isso não somos nós. Eles se envergonham do que aconteceu com os freis. Não é a "religião". De outro lado, não nos conhecemos o suficiente. Percebemo-nos por meio dos violentos, e isso cria uma tendência a se reagrupar entre semelhantes e a ter medo dos contatos. A solução é cultivar a amizade, mesmo com o risco de ser enganado.

Ser enganado?
Sim. Há quem fale de reciprocidade. Mas se vê pouco ou nada disso: permitimos que os muçulmanos construam mesquitas entre nós, mas antes que se possa construir igrejas entre eles...

O senhor pensar isso de verdade? Na realidade, os cristãos são frequentemente acusados de ingenuidade com o Islã...
A questão não é essa. Pela fé, nós nos arriscamos! Está escrito no Evangelho: "Amai-vos como eu vos amei". Então, muitas vezes se perde, é preciso saber. Mas às vezes há uma reação. Então, a reciprocidade está lá, e um reconhecimento mútuo pode ir muito longe.

Qual é a sua esperança para 2011?
É preciso esperar que o amor seja sempre o mais forte. Que o amor de Deus terá a última palavra. Fundada em Deus, a esperança deve permanecer. E não somos nós que podemos resolver as coisas. A esperança é invencível, como dizia Christian de Chergé. Ela não deve ser vencida, deve permanecer sempre em aberto, fundada em Deus, na Sua graça. Mesmo quando se morre sob os golpes. Como dizia, a esperança deve permanecer em aberto...

18 de abr de 2011

Festa Gambiarra entra no clima de Turnê

Quem é frequentador das baladas alternativas paulistanas muito provavelmente já conhece ou já pelo menos ouviu falar sobre uma festa chamada Gambiarra, que é uma festa conhecida e aclamada pelo cenário alternativo das noites de São Paulo.

Na ultima sexta-feira, dia 18/04 a Gambiarra, que aconteceu na badalada The Week, fez uma surpresa a todos os fãs de dança burlesca e trouxe uma performance incrível da dançarina burlesca Lady Burly, que dançou e encantou a todos.
Lady Burly, via @GAMBIARRAafesta

O filme Turnê. está em cartaz nos cinemas brasileiros, é sucesso de críticas e levou o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes 2010, aborda a história de Joachim, interpretado (e dirigido) pelo excelente Mathieu Amalric, um fracassado ex-produtor de TV que para voltar à sua terra natal contrata uma trupe de dançarinas de neoburlesco para fazer uma turnê pela frança.

As garotas, que estão longe de serem consideradas como padrões de beleza estética, animam e encantam a plateia com muito charme e diversão, fazendo de Turnê uma deliciosa
mistura de sensualidade, drama e comédia.

Para entrar no clima de Turnê a Imovision preparou uma promoção diferente e premiou 4 seguidoras dos twitters @FilmeTurne e @Imovision com uma linda calcinha Thais Gusmão e uma vodka Absolut miniatura.
Confira as ganhadoras, e veja se você não é uma das sortudas:





Promoção: Como Arrasar Um Coração em Mônaco


Quem nunca teve seu coração arrasado por alguém? Ou então quem nunca arrasou o coração de alguém e se sentiu mal depois?

Pois é, arrasar um coração não é nada legal não é mesmo? Mas parece que para Romain Duris isso é uma tarefa fácil de ser executada, pelo menos no filme Como Arrasar Um Coração, onde contracena ao lado de Vanessa Paradis (a charmosérrima sortuda esposa de Johnny Depp).

Como Arrasar Um Coração conta a história de Alex Lippi, um sedutor profissional que conquista todos os tipos de mulheres para depois partir. A intenção de Alex Lippi é desfazer casais indesejados. Isto é: Desmanchar relacionamentos onde as mulheres estejam infelizes e precisem de um empurrãozinho para cair fora.

Porém, dessa vez Alex Lippi tem ume difícil tarefa: Separar Juliette Van Der Beck (Vanessa Paradis) de seu noivo perfeito em uma semana. Será que ele consegue arrasar o coração da moça?
A trilha sonora do filme conta com “The Time of My Life”, com direito até ao número de dança do filme Dirty Dancing, “Wake Me Up” de George Michael e muito mais diversão.

E para o lançamento do filme a Imovision preparou uma promoção que vai arrasar! O filme já está com perfis no Twitter (@ComoArrasar), Facebook e página no YouTube. E o desafio é entrar no clima do filme, respondendo a pergunta: “Como Você Arrasaria Um Coração?”.

Para participar é fácil, você só precisa postar no twitter de qual forma você arrasaria um coração, usando a hashtag #ComoArrasar, ou direcionando para o perfil do @ComoArrasar. Olha o meu exemplo:
“Eu arrasaria um coração me fingindo de apaixonada, para depois ser super fria! #ComoArrasar”.

As frases poderão ser tuitadas entre os dias 18 de abril até dia 06 de maio, que é a data de estreia de Como Arrasar Um Coração nos cinemas brasileiros.

Após participar, lembrando que você pode enviar quantas frases você quiser, cruze os dedos e aguarde, pois a partir do dia 16 de maio as melhores frases virarão 15 vídeos divulgados (todas no mesmo dia) na página do YouTube do filme (que você confere aqui) e concorrerão, até o dia 23 de maio.

A dona da ideia do vídeo mais assistido ganha duas passagens aéreas de ida e volta para Mônaco, cenário onde é rodado o filme.
Então, agora é correr, dar sua dica de Como Arrasar um Coração e torcer para que sua frase seja uma das mais criativas.





Como Arrasar Um Coração estreia dia 06 de maio nos cinemas.

15 de abr de 2011

É hoje a estreia de Homens e Deuses!


Depois de ter levado prêmio de melhor fotografia, melhor ator coadjuvante para Michael Lonsdale, o prêmio do Júri Ecumênico e o prêmio mais disputado da noite do César (que é considerado o Oscar Frances) de melhor filme, finalmente o tão esperado
“Des Hommes Et Des Dieux”, traduzido como Homens e Deuses no Brasil estreia hoje.

Baseado na história real de sete monges franceses que foram sequestrados e assassinados, o filme é sucesso absoluto de crítica, pois a produção francesa de Xavier Beauvois atrai um público desvinculado do tema central, e apreciador de bons filmes, que mostrem mais que uma história, o sentimento de compaixão dos monges que passaram por aquela situação, que remete à uma apropriação do acontecimento real na Argélia em 1996.

O filme Homens e Deuses desde o começo do ano têm sido bastante falado pelas redes sociais, e diversas críticas positivas foram feitas sobre ele.
Confiram a lista de onde Homens e Deuses será exibido:

São Paulo
Cine Livraria Cultura
Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073 - 01311-940
Bela Vista - São Paulo/SP
f.: (11) 3285-3696

Reserva Cultural
Av. Paulista, 900
São Paulo – SP
f.: (11) 3287-3529

Espaço Unibanco - Augusta
Rua Augusta, 1.475 e 1.470 - Consolação
São Paulo – SP
f: (011) 3288-6780 e 3287-5590

Cine Lumière
Rua Joaquim Floriano, 639, Itaim Bibi
São Paulo
f. (011) 3071-4418

Espaço Unibanco - Shopping Bourbon Pompéia
Rua Turiassu, 2.100 - Barra Funda
São Paulo – SP
F: (011) 3673-3949

Rio de Janeiro
UCI – New York
Av. Das Américas, 5000 Loja 301
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
f.: (021) 2461-1818

Unibanco Artplex
Praia de Botafogo, 316 - Botafogo
Rio de Janeiro – RJ
f.: (021) 2559-8750

Estação (Ipanema)
Rua Visconde de Pirajá, 605
Ipanema, Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2279 4603

Estação - Espaço de Cinema (Botafogo)
Rua Voluntários da Pátria, 35
Botafogo, Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2226 1986

Estação Vivo - Shopping da Gávea
Rua Marquês de São Vicente, 52 - 4º andar
Gávea, Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 3875 3011

Saiba tudo sobre o documentário Telê Santana Meio Século de Futebol Arte

Dirigido por Ana Carla Portela e Danielle Rosa, o documentário Telê Santana Meio Século de Futebol Arte, que homenageia a história de um dos maiores técnicos do futebol brasileiro será lançado em DVD,

Telê Santana da Silva é a personificação do estilo de jogo que pregava: o futebol-arte. Dentro das quatro linhas do campo, como jogador ou técnico, Telê encantou torcedores e adversários de todos os clubes pelos quais passou, desde o início com as glórias no Fluminense, onde se tornou o “Fio de Esperança” até a formação da inesquecível seleção brasileira de 1982 e aos onze títulos – incluindo Libertadores da América e Mundiais Interclubes - pelo São Paulo Futebol Clube.

O técnico, que completaria 80 anos de idade em junho desse ano, é a figura central do documentário Telê Santana: Meio Século de Futebol Arte, dirigido pelas jornalistas Ana Carla Portela e Danielle Rosa. As duas entrevistaram personagens que presenciaram os acontecimentos mais importantes da vida de Telê, como os jogadores Zico, Sócrates (da seleção de 82), Raí, Zetti, Leonardo e Palhinha (do São Paulo da década de 1990); os técnicos Renato Gaúcho (cortado da seleção por Telê em um polêmico episódio), Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho e os apresentadores Mauro Beting e Milton Neves, além do narrador José Silvério, Luciano do Valle, entre outras personalidades.

E o DVD tem previsão de lançamento para o dia 12 de maio, com lançamento nacional pela Imovision. As novidades sobre o projeto podem ser encontradas nos perfis do Twitter @doctele @telesantana e na página do Facebook, com atualização constante de notícias, informações sobre a pré-venda do DVD e promoções oficiais para o lançamento do filme.

FICHA TÉCNICA
Pais de Origem: Brasil
Título original: Telê Santana: Meio Século de Futebol Arte
Título em português: Telê Santana: Meio Século de Futebol Arte
Ano de Produção: 2009
Gênero: Documentário
Duração: 70 minutos
Distribuição: Imovision
Direção: Ana Carla Portella e Danielle Rosa

Lista Entrevistados:
Entre familiares e amigos, o documentário ainda conta com a participação de muitas personalidades importantes do futebol brasileiro: Brunoro, Cafu, Dinamite, Dinho Ouro Preto, Edgar Scandurra, Eurico Miranda, Flavio Prado, Giulitte Coutinho, Jair Sant’Anna, José Silvério, Juvenal Juvêncio, Kajuru, Leonardo, Luciano do Valle, Luiz Mendes, Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Marcio Braga, Mauro Beting, Milton Neves, Muller, Muricy Ramalho, Nando Reis, Nasi, Palhinha, Raí, Renato Gaúcho, Sócrates, Zetti, Zico, entre outros.

Sobre as diretoras
Jornalistas formadas pela Universidade Metodista de São Paulo, Ana Carla Portella e Danielle Rosa desde a faculdade sempre tiveram preferência pelo audiovisual. Após a realização de um curta de 25 minutos, resolveram explorar o tema do futebol, que apesar de tantas histórias possui poucos registros, e assim nasceu “Telê Santana”, um documentário sobre a vida e carreira de uma das principais personalidades dos campos. Atualmente, ambas trabalham na área de esportiva e mantêm projetos pra outros documentários dentro do segmento futebolístico.

Saiba onde assistir os filmes da Imovision


Saiba onde está sendo exibido seu filme preferido da Imovision.
Programação referente a semana de 15/04/2011 a 21 /04/2011

Estação Botafogo, no Rio de Janeiro
Circuito Cinema, em Maringá

Cine Sesc, São Paulo

BH Shopping, em Belo Horizonte
Cine Praia Grande, em São Luís
Cine Sesc, em São Paulo

Cine Sesc, em São Paulo

Cine Topazio, em Campinas

Cinemark Guarulhos, em Guarulhos
Cine Sesc, em São Paulo
Cine Metropolis, Vitória
Cinema do Museu, Salvador
Espaço Unibanco Vilagio, em Sorocaba
Cine Clube Caium, em Ribeirão Preto
Cinemark, em Salvador
Cine Ordovas, em Caxias do Sul
Cinesystem, em Maringá
Cine Praia Grande, em São Luiz do Maranhão

Cine Jaraguá, em Vitória
Cine Guion, em Porto Alegre
Cinema da UFBA, em Salvador

Cinemark Shopping D, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Circuito Cinemas, em Maringá
Cine Cultura, Goiânia
Cinema do Museu, em Salvador

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Rosa e Silva, em Recife
Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro
Unibanco Arteplex, em Curitiba

Instituto NT de Cinema, em Porto Alegre

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Vivo, em Salvador
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
Fundação Joaquim Nabuco, em Recife

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Guion, em Porto Alegre
Espaço Unibanco, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Cine Rosa e Silva, em Recife

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Lumierè, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Unibanco Arteplex, em São Paulo
Cine Lumiere, em São Paulo
Cine Topazio, em São Paulo
Cine Galeria, em Campinas
Espaço Unibanco, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em Porto Alegre
Unibanco Arteplex, em Porto Alegre
Cine Batel, em Curitiba
Unibanco Arteplex, em Curitiba
Cine Vivo, em Salvador
Cinema do Museu, em Salvador
Cine Bouganville, em Goiânia

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Lumiere, em São Paulo
Espaço de Cinema, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Estação Barra Point, no Rio de Janeiro
Cine Guion, em Porto Alegre
GNC Moinhos, em São Paulo

Reserva Cultural, em São Paulo (Pré-Estreia dia 16/04)

Reserva Cultural, em São Paulo
Cine Livraria Cultura, em São Paulo
Espaço Unibanco Augusta, em São Paulo
Espaço Unibanco Pompéia, em São Paulo
Cine Lumiere, em São Paulo
Espaço de Cinema, no Rio de Janeiro
Estação Ipanema, no Rio de Janeiro
Estação Vivo Gavea, no Rio de Janeiro
Espaço Rio Design, no Rio de Janeiro
Unibanco Arteplex, no Rio de Janeiro

14 de abr de 2011

Lista de Filmes de Cannes 2011 é divulgada

Saiu a lista de filmes indicados para o Cannes 2011!
O 64º Festival de Cannes, evento mais cultuado cinematográfico que acontece de 11 a 22 de Maio de 2011 já divulgou a lista dos filmes indicados desse ano.

A Imovision está dentro da lista dos indicados! Estamos concorrendo à Palma de Ouro com "The Kid With a Bike," de Jean-Pierre and Luc Dardenne.
Outros filmes aguardados que foram destaques esse ano também estão listados na competição como La Piel Que Habito, de Pedro Almodóvar; o aguardado Melancolia, de Lars Von Trier; A Árvore da Vida, de Terrence Malick.

O filme de abertura da cerimonia de Cannes desse ano será Meia Noite em Paris, de Woody Allen e a edição 2011 ainda conta com a participação de dois filmes brasileiros, Trabalhar Cansa, de Juliana Rojas e Marco Dutra, e Duelo Antes da Noite, de Alice Furtado.
Nós da Imovision torcemos para que The Kid Whith a Bike ganhe a Palma de Ouro desse cannes de 2011.

Para conferir a lista completa da edição 2011 do Cannes basta acessar o site oficial da premiação clicando aqui.

Saiba o que está sendo falado sobre "Homens e Deuses" nas redes sociais

Amanhã acontece a tão esperada estreia de Homens e Deuses no cinema, e o filme já está sendo alvo de inúmeras críticas positivas e recomendações dos usuários das redes sociais, o que prova que mesmo o filme não sendo voltado para esse público e sim para a um público católico, o filme é extremamente bom.

“Des hommes et des dieux é uma obra comovente e respeitosa que faz jus aos homens que a inspiraram.” Pablo Villaça, crítico de cinema e diretor do site Cinema em Cena.

“Trailer do filme Homens e Deuses http://bit.ly/fU1yhs Não deixem de ir aos cinemas para assistí-lo!” - @pedemetrio

To ansioso para ver Homens e Deuses filme de Xavier Beaugeais que estará em cartaz no Reserva Cultural. Elogios fartos!” - @valdomiro_neto

O primeiro motivo que faz de Homens de Deus (segundo a tradução italiana do original Des hommes et des Dieux – Homens e Deuses), do diretor francês Xavier Beauvois, um filme extraordinário é que, nele, a experiência cristã assume uma forma cinematográfica credível. Se hoje, somos cristãos é porque, um dia da nossa vida, encontramos alguém que nos testemunhou de modo credível a conveniência humana da fé. E o poder de persuasão disso é uma razoabilidade que não termina na coerência de um discurso: é uma superabundância de humanidade que nos impressionou.” - Luca Fiore, colunista do site Passos – Revista Internacional de Comunhão e Libertação.

Muito também se tem falado sobre a relação de afeto entre os monges, e a humanidade contida neles :
Boa dica para quem deseja encontar sentido na vida: http://blog.cancaonova.com/padreclovis/2011/04/13/dica-de-filme-homens-e-deuses” - @jocelmacn

“Quero partilhar com você o quanto fiquei edificado com o testemunho de alguns monges trapistas, da Ordem dos Cistercienses, relatado no filme. Os acontecimentos se passam no ano de 1996, onde vemos o dia-a-dia dos monges num pequeno vilarejo da Argélia, formado por muçulmanos. Com sua presença, com seu testemunho, eles servem ao povo daquela região, e se tornam uma referência entre eles como homens da paz [...]Recomendo esse filme pela riqueza de testemunho e pelas reflexões riquíssimas a respeito do seguimento de Cristo..”Padre Clóvis em seu blog.

Não percam Homens e Deuses. A estreia acontece amanhã nos cinemas brasileiros e é mais um lançamento Imovision.
Confira o trailer de Homens e Deuses aqui:

12 de abr de 2011

Confira os filmes da Imovision indicados para o “Oscar Brasileiro”


Os organizadores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, também conhecido como Prêmio Grande Othelo e Oscar Brasileiro divulgou a lista completa dos indicados para os prêmios do festival, e nós da Imovision temos orgulho de ser responsável pelo lançamento de três dos filmes concorrentes nas categorias Melhor Documentário, Melhor Edição de Documentário, Melhor Trilha Sonora e Melhor Filme Estrangeiro.

Dzi Croquettes, de Raphael Alvarez e Tatiana Issa concorre como Melhor documentário; Raphael Alvarez como melhor edição do documentário Dzi Croquettes.

Dzi Coquettes ainda concorre na categoria Melhor Trilha Sonora Original, que é feita por Cláudio Lins e Cláudio Tovar.

O Pequeno Nicolau, de Laurent Tirard entra na competição como Melhor Filme estrangeiro, assim como A Fita Branca, de Michael Haneke também.

Para ver a lista completa dos filmes indicados em todas as categorias clique aqui.

Gainsbourg, O Homem que Amava as Mulheres

Para muitos Gaisnbourg é considerado um dos artistas mais completos da história da música e da arte. Serge Gainsbourg era invejado por todos em todos os ramos de sua carreira era cantor, compositor, ator, diretor, escritor, marido de Jane Birkin , amante de Brigitte Bardot e extremamente polêmico e intenso em tudo que fazia.

Eclético e atemporal, Gainsbourg com seu jeito inconveniente acabou por atrair uma porção de fãs e de "inimigos" também, como os conservadores, o Vaticano e arrumou briga até com o Bob Marley.
Joann Sfar é o diretor da cinebiografia de Gainsbourg, e seu filme rendeu diversas críticas positivas na Europa, e tem data marcada para estrear por aqui em julho.
As pessoas que talvez não conheçam o trabalho de Serge Gainsbourg, podem ter achado que seu nome soa familiar. Isso acontece devido ao fato de do relacionamento com Jane Birkin, nasceu Charlotte Gainsbourg, atriz e cantora famosa na França com quem gravou uma música polêmica chamada Lemon Incest, onde Charlotte e Serge, pai e filha cantam deitados numa cama, numa música pra lá de insinuante.
Charlotte recebeu o prêmio de melhor atriz no Cannes 2009 por sua atuação no polêmico último filme de Lars Von Trier “Anticristo” e está em “Melancholia” do diretor, que será lançado esse ano.
Quem conhece Lars Von Trier, sabe que o diretor é conhecido por abordar em seus filmes assuntos polêmicos e que causam repulsa para quem não é fã do gênero. Por Charlotte ser filha de Serge Gainsbourg, podemos não nos espantar com suas músicas e filmes, ou qualquer coisa polêmica que participe.
Gainsbourg – O Homem que Amava as Mulheres estreia em junho, e é mais uma aposta da Imovision nesse ano que completa 20 anos de sua morte.
Confira o trailer do filme aqui:

Siga o perfil do filme Gainsbourg no Facebook e no Twitter.

11 de abr de 2011

Turnê é sucesso de críticas também no Brasil

Turnê estreou nessa sexta nos cinemas brasileiros, e como em qualquer outro país recebe boas críticas e sempre supera as expectativas de seus espectadores.
No jornal Zero Hora todo sábado três apreciadores de cinema dão dicas de filmes para serem assistidos no fim de semana. Nesse sábado Roger Lerina indicou Turnê.

“O ótimo ator francês Mathieu Amalric (de O Escafandro e a Borboleta) prova que também leva muito jeito como diretor em Turnê, filme que acompanha uma excursão de um grupo de dançarinas.” – Roger Lerina, colunista do jornal Zero Hora.

Em outros blogs e jornais também tem se falado muito bem de Turnê.
“Esse é um filmão francês no melhor dos sentidos, muito falatório, muito drama, elenco fantástico e o melhor, com um final lindo. Super bem dirigido, premiado no Festival de Cannes de 2010, super recomendo mesmo!” - Fabiano Liporoni, também conhecido como Dj Fabilipo, que toca em badaladas casas noturnas de São Paulo, como o Vegas, o clube Glória e a D-Edge.

Turnê agrada a todos os públicos, todos os cenários não só por ter sido premiado em Cannes 2010, mas também por ser uma produção que aborda o lado da decadência do ser humano, e da humanidade das meninas dançarinas de neoburlesco, que estão longes de serem consideradas bonitas de acordo com o padrão estético que estamos acostumados a seguir.

“À história bem amarrada, junta-se o grupo de moças, um acerto na mosca de Amalric. O diretor buscou dançarinas de neoburlesco para os papéis que elas conhecem tão bem na vida real; e, em vez do amadorismo em cena, comum a profissionais sem familiaridade com a câmera, o que vemos é um conjunto de autenticidade, drama e humor bem construído.” - Alexandre Carvalho dos Santos, colunista da revista de cinema online BETA.
Turnê é mais um lançamento Imovision.
Confira o trailer aqui:


7 de abr de 2011

Turnê, que estreia nessa sexta-feira, é tema de reportagem no Jornal do Brasil

















Sexta-feira é a estria do filme Turnê no Brasil, e o assunto foi destaque desta quarta-feira, 6 de abril, no Jornal do Brasil (Confira a reportagem na íntegra aqui).
A reportagem leva o título À sombra de Cassavetes, se referindo a John Cassavetes, ator diretor de sucesso nos anos 60 e 70, a qual Mathieu Amalric afirmou ter que dissociar a imagem para que pudesse assumir o papel de Joachim, o produtor fracassado de TV que dirige a turnê burlesca pela França, protagonista do filme Turnê.

A morte de um bookmaker Chinês (1976), de Cassavetes retrata a história de um dono de uma boate de Strip-tease que precisa quitar uma divida com a máfia e pra isso é obrigado a eliminar um rival do grupo criminoso. Amalric não queria seguir por esse caminho, pois Turnê não é um romance policial, e sim um drama sobre “dois continentes que fantasiam um sobre o outro (América e Europa)” disse o diretor para o Jornal do Brasil numa entrevista no Cannes de 2010, onde levou o prêmio de melhor diretor por Turnê.

Mathieu Amalric queria de Bem Gazzara a inspiração para seu papel de condutor das stripers, e apenas isso. Sendo assim tirou as referências de Cassavetes, que muito admira, e no lugar acrescentou diversas referências que marcaram sua juventude como A doce vida, de Fellini e O Show Deve Continuar, clássico de Bob Fosse.
Mathieu Amalric se “livra” de Cassavetes integrando-o ainda mais ao filme, quando faz seu personagem no longa querer ser o personagem de A Morte do Bookmaker Chinês, e alega que quis brincar um pouco com os heróis meio decadentes com os quais se identifica.

Sobre as dançarinas, o diretor não nega sua admiração “Turnê foi alimentado pela liberdade física e criativa dessas profissionais [...] Essas dançarinas de burlesco são a melhor resposta para esta doença que contamina o mundo de hoje, que dita que devemos ter corpos perfeitos, mesmo quando reparados por photoshops [...]. Meu filme é um jeito bem-humorado de ser politico nesta área do comportamento humano”.

Turnê estreia essa sexta-feira nos cinemas, e é mais um lançamento Imovision.
Confira o trailer de Turnê.

Qual tipo de Arrasa Corações vocês é?

Vocês podem não saber, mas nosso amigo Alex Lippi está pelo Facebook arrasando corações das usuárias da rede e ainda preparou algo que compara todo mundo a um tremendo sedutor como ele. Esse brincadeira criada pelo personagem do filme Como Arrasar um Coração está fazendo um tremendo sucesso e já conta com mais de mil usuários, mostrando em sua página do Facebook "Qual tipo de arrasa corações eles são" e você, já mostrou qual é o seu? Faça o Quiz!

Agora passamos a palavra ao criador dessa brincadeira, Alex Lippi:

"Eu sou perito em Arrasar Corações. Já conquistei e encantei uma tropa de mulheres, novas ou menos novas, francesas, inglesas, japonesas... Mas só faço isso em serviço. Meu trabalho é desfazer casais indesejados. Sou perito, posso ser de todos os tipos. E você, qual tipo de Arrasar Corações é?"

FRIO
Você é daquele tipo FRIO. Não liga para os sentimentos da pessoa arrasada. E quando passa por ela depois, só direciona aquele olhar de negação. Você não tem escrúpulos.

SENTIMENTAL
Você é daquele tipo SENTIMENTAL. Você arrasa o coração alheio mas liga no outro dia para saber se está tudo bem. E morre de dó da pessoa arrasada.

PROFISSIONAL
Você é daquele tipo PROFISSIONAL. Você vive disso, é claro que não chega aos pés de Alex Lippi, mas está quase lá.

DESAJEITADO
Você é daquele tipo DESAJEITADO. Não costuma fazer as coisas direito, sempre quando está para arrasar o coração alheio, comete um erro grave e bota o plano inteiro a perder. Tem que ter mais calma.

APAIXONADO
Você é daquele tipo APAIXONADO. Quando vai arrasar com um coração já está mais apaixonado do que a pessoa que tem que ser arrasada. Não sabe a diferença entre o pessoal e o profissional e acaba sempre estragando tudo.

SENSUAL
Você é daquele tipo SENSUAL. Deixa a pessoa mais do que arrasada, pois tem aquele "jeito" que faz o outro lado ficar bem na sua. Mas tome cuidado, não deixe seu alvo conhecer sequer um segredo seu.

QUERIDO
Você é aquele tipo QUERIDO. Nem a pessoa arrasada consegue te odiar, pois você é querido. Saber fazer as coisas certas e erradas, sem parecer que faz parte da trupe dos vilões.

FOCADO
Você é daquele tipo FOCADO. Sabe bem onde vai chegar e como vai chegar. Sempre está um passo a frente e quando descobrem quem você é, você já que não é mais. Já mudou de país, de nome e até de corte de cabelo.

Participe do Quiz: "Qual tipo de arrasa corações você é?", clicando aqui.

Para adicionar o sedutor Alex Lippi em seu Facebook, clique aqui. Confira também várias novidades sobre o filme no Twitter e ainda na página oficial do Facebook.

6 de abr de 2011

Qual personagem do filme Turnê você é?

O filme Turnê estreia essa semana e para você entrar no clima, ontem a Imovision começou lançando uma promoção super bacana (acesse e participe aqui) e hoje vai fazer você conhecer um pouco mais sobre o mundo burlesco começando pelas protagonistas do filme.

Como você já sabem, a personagem Mimi Le Meaux está no Facebook e lançou um Quiz super bacana, para que você possa saber qual personagem do filme Turnê você é. O quiz está fazendo muito sucesso e para acessar, basta clicar aqui e fazer seu teste. Depois não esqueça de contar pra gente com qual personagem você se identificou mais. Mas, antes de fazer o teste, vamos conhecer um pouco mais sobre cada personagem.

MIMI LE MEAUX
A californiana Mimi Le Meaux é uma das fundadoras das damas no dueto Dis Dress, um projeto do principio do Burlesque revival na década de 90. Inspirada diretamente pelos grandes espetáculos de strip-tease da década de 50, seu trabalho tem uma forte ligação com a música alternativa e de garagem e a estética de filmes cults e filmes B.

KITTEN ON THE KEYS
Kitten canta, faz piada e sorri. Kitten toca piano, ukelele e acordelo. Kitten brinca com suas rendas e penas e alegremente as rasga. Kitten faz um espetáculo e tanto! Kitten mostra cada um dos seus múltiplos talentos. Como mestre de cerimônia Kitten não poderia ser mais animada e extravagante ao cantar canções como “Hole in my Head”, “Kitty Muffins” e “My Girl´s Pussy” onde incontáveis insinuações estão longe de ser insinuações.

DIRTY MARTINI
Dirty Martini, a Miss Exotic World 2004, é uma das mais reconhecidas e amadas artistas Neo Burlesque. Aqui não existe nenhuma vaidade na palavra artista. Suas sensacionais performances de números clássicos do burlesco ganham ainda mais força com sua incrível elegância. Foi eleita pelo The New Times a elegeu como “Uma das melhores no Burlesque” e o London Daily Telegraph a chamou de “a rainha de todas!”. Uma coisa é certa: seu show é imperdível!

JULIE ATLAS MUZ
As performances de Julie Atlas Muz se misturam entre o Burlesque e a dança contemporânea, trazendo as preocupações da arte para o Burlesque e levando os tormentos da vida para a arte. Seu trabalho pode ir da apresentação de uma sereia num aquário gigante para o balé (“I am the Moon and You are the Man on Me”) ou participações em programas de TV. Além de ser eleita a Miss Exotic World 2006, Julie também já participou como artista convidada dos eventos. Não muito amada em sua cidade natal, Nova York, e às vezes odiada pela imprensa, seu trabalho é “Engraçado. Perturbador. Magnífico. Odioso.” nas palavras do Village Voice.

EVIE LOVELLE
Com um rosto de anjo e um corpo diabólico, Evie Lovelle parece ter saído direto de um film noir das décadas de 40 e 50. Rita Hayworth em Gilda? Jane Greer em Anjo do Mal? A quintessência da má garota, com menos roupa e mais leques de pena. Em sua primeira aparição no palco, Evie saiu com o título de Miss Most Classic no Burlesque Hall of Fame em 2008.

ROCKY ROULETTE
O neo burlesco também é para os garotos. Rocky Rolette é a única pessoa no mundo que faz um striptease sem descer de um pogo stick. Suas performances como cowboy, marinheiro ou homem de negócios são turbinadas com seus figurinos fulgases. O energético Rocky sempre termina completamente nu e devairado levando a platéia à loucura! Sua apresentação corporal já é escandalosa mas para muitos o que vale mesmo é a energia e o entusiasmo contagiante.

MATHIEU AMALRIC - Joachim
Ator e cineasta francês, Mathieu se destacou no final dos anos 90 e foi uma das maiores revelações do cinema francês, interpretando geralmente tipos intelectuais fantásticos, exuberantes ou depressivos. Seu talento o projetou mundo afora, gerando participações em filmes Hollywoodianos como o vilão de 007 – Quantum of Solance, e Munique, de Steven Spielberg. Além disso, sua atuação como Jean-Dominique Bauby, em O Escafandro e a Borboleta, emocionou o mundo acumulando prêmios.

Quer saber mais ainda sobre o filme Turnê e o universo Burlesco? Acompanhe o filme nas redes sociais, no Twitter e no Facebook!