Mostrando postagens com marcador gainsbourg. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gainsbourg. Mostrar todas as postagens

8 de jul. de 2011

Estreia hoje a cinebiografia "Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres" nos cinemas!

Hoje estreia a aguardada cinebiografia Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres nos cinemas.

Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres é um conto de Joann Sfar sobre a vida do cantor, pintor, compositor, boêmio francês que revolucionou por várias décadas a música francesa e polemizou tudo relacionado a ele.

A cinebiografia retrata Serge Gainsbourg desde pequeno, nascido na França em 1928, vagando pelas ruas ocupadas pelos nazistas, até os momentos mais inspiradores de sua carreira, que foi seu relacionamento com as mais belas mulheres de sua época, como Brigite Bardot, para quem escreveu “Je t'aime... moi non plus”, a música romântica mais erótica de todos os tempos, em apenas uma noite e que mais tarde foi gravada pelo próprio Serge e sua esposa com quem foi casado por 22 anos Jane Birkin.

Serge influenciou e influencia muitos até hoje, e deixou uma legião de fãs órfãos de sua genialidade musical quando faleceu em 1991.

Joann Sfar, antes de colocar o longa em execução fez à mão livre o storyboard do filme inteiro, e confessa que desde que viu Serge Gainsbourg na TV ainda quando era criança, o ícone da música francesa virou uma obsessão para o diretor, que é considerado um dos mais brilhantes e talentosos artistas da nova geração dos quadrinhos contemporâneos franceses.

Engana-se quem for assistir ao filme como um documentário simplista sobre a vida do cantor, pois ao final do filme, nos créditos, uma frase do próprio Sfar resume sua intenção ao fazer Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres : “Gosto de suas verdades, mas prefiro suas mentiras” (talvez não exatamente com essas palavras e, é claro, em francês). 
“Serge Gainsbourg criou um personagem para ele mesmo. Eu não quero sair por aí me aprofundando em sua vida pessoal para descobrir quem ele realmente era. Eu não poderia me importar menos com a verdade. Eu amo Gainsbourg demais pra traze-lo de volta para as esferas da realidade. Eu queria que esse filme tivesse tanta energia quanto Sergio Leone e tanta elegância quanto Fred Astaire. Eu quero fazer um filme cult, não um filme com considerações jornalísticas de sua vida. Eu conto histórias através de imagens então  meu filme será bastante visual.” Joann Sfar


E realmente foi. A cinebiografia de Gainsbourg é uma obra prima do cinema-arte francês.
Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres estreia hoje nos cinemas brasileiros.Veja o trailer, e corra para o cinema.

5 de jul. de 2011

Promoção: Gainsbourg e você no Woodstock bar!

A Imovision irá lançar nessa sexta-feira o filme "Gainsbourg - O Homem que Amava as Mulheres", que conta a história do ícone francês Serge Gainsbourg. E para comemorar com muito estilo, o Jack Daniel's junto com a Imovision, vai levar 10 de vocês para o camarote VIP para o show da banda Rock Memory, que irá acontecer no Woodstock bar, nessa quinta-feira. Ainda, os convites são duplos e você poderá levar um acompanhante.

Para participar é fácil, só seguir as regras e torcer para ser o ganhador!

1. Seguir o perfil do @FilmeGainsbourg no Twitter
2. Curtir a página do filme "Gainsbourg: O Homem que Amava as Mulheres" no Facebook.
3. Postar a seguinte frase em seu Twitter: 
Jack Daniel's e o @FilmeGainsbourg me levam para o camarote VIP do show do Rock Memory, no Woodstock bar! http://migre.me/5bu4R

É fácil, agora você já está participando. O sorteio será realizado pelo Sorteie.me e amanhã a noite, o resultado será divulgado, então participe, avise seus amigos e vá curtir uma ótima música, em um dos melhores ambientes de São Paulo, no ritmo do filme "Gainsbourg: O Homem que Amava as Mulheres".

O filme nas redes sociais:
SITE OFICIAL

17 de jun. de 2011

20 anos sem Serge Gainsbourg, 20 maiores escândalos de sua vida

De escrever canções picantes para Brigitte Bardot a dizer em um programa de TV ao vivo seus desejos sexuais por Whitney Houston, Gainsbourg sempre viveu rodeado de polêmicas e críticas. 
Lembraremos nesse posts os 20 maiores escândalos que Gainsbourg já esteve envolvido, porque mesmo 20 anos depois de sua morte, ainda é motivo de debates, discussões, e merecedor da cinebiografia Gainsbourg - O Homem Que Amava as Mulheres :
Em 1965 a queridinha da França, France Gall levou para o palco da competição Eurovision a música “Poupée de Cire, Poupée de Son” de autoria de Serge Gainsbourg, que saiu vencedora da competição.
Isso somado à outra música de autoria dele que fez sucesso em 1964 (“Laisse Tomber Les Filles”), levou France Gall a confiar inteiramente em Serge Gainsbourg, confiança que foi quebrada em 1966 com o lançamento da música “Les Sucettes” (“Pirulitos”), que contava a história de uma garota que ia “ao paraiso” cada vez que o “pauzinho (do pirulito) estava em sua boca”. Obviamente o sentido era ambíguo, e quando France Gall percebeu se recusou a cantar a música e nunca mais falou nem trabalhou com Gainsbourg novamente.
Em 1967 Gainsbourg se apaixonou pela beldade francesa Brigitte Bardot, enquanto ela enfrentava um momento difícil em seu casamento.
Bardot decidiu encontrar-se com ele, e Gainsbourg ficou tão fascinado por sua beleza estonteante que achou que havia perdido todo o talento e carisma que o tornaram conhecido. Essa insegurança fez do encontro dos dois um fiasco, e achando que tinha arruinado suas chances com a loira, prometeu a ela que escreveria a mais bela canção de amor já feita.
Na manhã seguinte, Gainsbourg havia escrito duas: “Bonnie et Clyde” e sua mais conhecida música “Je T'aime ... Moi Non Plus.”
Compreensivelmente, isso deixou o marido de Bardot chateado. Ao ouvir “Je T'aime... Moi Non Plus”, Bardot foi para um estúdio parisiense com  Gainsbourg para gravá-la. Durante toda a sessão de duas horas, o engenheiro de som William Flageollet alegou ter testemunhado "carícias pesadas" no estudio dos vocais, enquanto os suspiros e sussurros estavam comprometidos com fita adesiva. A canção tinha sido mixada e preparada para a rádio quando Bardot, se lembrou que era casada, e resolveu que não deixaria a música ser liberada. Notícias da gravação chegaram ao ouvido de seu marido, o empresário alemão Gunter Sachs e, depois de apelos desesperados de Bardot, Gainsbourg cedeu e a música foi arquivada até 1986, quando Bardot se separou de seu marido.
Foi assim que a conquista de seu principal relacionamento amoroso foi noticiado pela mídia, o que não é necessariamente a verdade. Atormentado, após o rompimento com Bardot, Gainsbourg ocupou-se com um papel no filme de 1969 Slogan. Em frente dele estava uma charmosa, jovem atriz Inglesa chamada Jane Birkin, que organizou um jantar com  Gainsbourg, 18 anos mais velho que ela, e se apaixonaram subitamente. Infelizmente, devido à quantidade de álcool consumida ao longo do dia, a primeira noite que passaram juntos em um quarto de hotel Gainsbourg desmaiou bêbado na cama. Continuaram juntos até 1980, e amigos inseparáveis ​​até o final da vida de Serge.
Após a versão original gravada por Bardot ser vetada, Marianne Faithfull e Valérie Lagrange (entre outrass) foram cogitadas para fazer os gemidos femininos de “Je T'aime Moi Non Plus ” mas ambas recusaram. Entretanto sua nova companheira Jane Birkin aceitou participar das gravações. Na época circulavam rumores que a dupla gravou algumas das partes da música, colocando um microfone na cama durante suas relações. Na verdade, o re-gravação foi feita nos estúdios em Paris e Londres, onde Gainsbourg alegou que a respiração pesada foi meticulosamente manipuladas por ele. Birkin sempre negou os rumores de empregar a técnica de gravação debaixo da cama ... para esta música.
"Je T'aime ... Moi Non Plus" trouxe enorme sucesso, fama, notoriedade, recorde de vendas e indignação em todo o mundo quando foi finalmente lançado em 1969. Ficou em 1º lugar em toda a Europa, e foi a primeira música britânica a ficar em 1º lugar sendo cantada em um idioma diferente do Inglês. De longe é a música de maior sucesso de Gainsbourg, e é reconhecida internacionalmente como "aquela tocada no órgão com a menina tendo um orgasmo?". O single vendeu milhões e deu o tom para o que viria em seguida do casal-escândalo.
Embora milhões de cópias de “Je T'aime ... Moi Non Plus” tenham sido vendidos em todo o mundo, a música ainda era considerada explícita demais para ser tocada na rádio. No Reino Unido, foi a primeira música a ficar em 1º lugar e ser banida pela BBC por seu conteúdo explícito. Ela também foi proibida na Espanha, Suécia, Itália e até mesmo em uma rádio francesa antes das 23h00. Alegaram também que o executivo italiano, que permitiu a liberação da canção foi excomungado pelo Vaticano, e os EUA, as vendas limitadas e Rádio levou o único pico no gráfico posição estranhamente adequado de 69 anos. No entanto, toda esta publicidade apenas fez com que as vendas aumentassem.
Isso sempre vai causar estranhamento, especialmente quando você coloca sua  namorada adolescente como uma sedutora na capa de seu album. 
Em 1971's “Histoire de Melody Nelson” foi o primeiro álbum conceitual de Gainsbourg que conta a história de um homem que bate uma jovem ruiva de sua bicicleta e se apaixona por ela. Em última análise, o álbum conta uma história trágica. Hoje em dia “Histoire de Melody Nelson” é reconhecido por muitos como o melhor álbum da carreira de  Gainsbourg, e isso se deve muito mais à sua incrível habilidade musical do que por qualquer outra referência inserida da Lolita que o inspirou. Com cordas e arranjos orquestrados pelo talentosíssimo Jean-Claude Vannier, músicos como Beck, Placebo e Portishead em diversas declarações citaram o álbum como grande influência em seus respectivos trabalhos, demonstrando mais uma vez como  Gainsbourg conseguiu superar o escândalo e continuar simbolizando o herói (anti-herói) da música moderna, intenso e imensamente talentoso.
Em 1973  Gainsbourg, relativamente jovem, sofreu seu primeiro ataque cardíaco, consequente de seus vícios incuráveis em cigarros e álcool. Após o colapso em sua casa, uma ambulância chegou para levá-lo ao hospital. Antes de sair de casa, no entanto,  Gainsbourg insistiu que pegassem seu cobertor elegantérrimo Hermès extremamente valioso, alegando que os do hospital  eram muito feios. Típica atitude de Gainsbourg, que sempre queria sair em grande estilo.
Gainsbourg começou a sumir da mídia enquanto estava se recuperando já estava internado em um hospital, onde aparentemente seria impossível de chamar atenção. Mas quando se tratava de promover escândalo nada era impossível para Gainsbourg, que acabou chamado a imprensa no hospital, durante a qual afirmou que reduziria o risco de sofrer um segundo ataque cardíaco aumentando seu consumo de álcool e cigarros. Quando teve alta do hospital foram encontrados escondidos em diversos lugares de seu quarto  frascos de comprimido recheado com pontas de cigarro, que havia fumado escondido enquanto se recuperava.
Isto foi o escândalo que incomodou as pessoas em 1976. O filme dirigido por  Gainsbourg, que leva o título do sucesso de sua música “Je T'aime...Moi Non Plus” é a história da difícil relação de um homem gay que se apaixona por uma garota andrógina (Birkin) achando que ela é um homem, e em decorrencia disso problemas sexuais e dificuldades emocionais que envolvem o casal são inevitáveis. O filme foi mal recebido na França, e mais ainda na Inglaterra, onde foi mostrado na tela apenas um - em um cinema adulto no Soho.
Paris, 1975, trinta anos após o fim da segunda guerra mundial. Gainsbourg pensou que este seria um bom momento para liberar “Rock Around the Bunker", um álbum-conceito otimista sobre a Alemanha nazista. As músicas foram criadas num intuito de renovação de seu som, um retorno ao rock, depois de alguns álbuns explorando mais sons de orquestra. A faixa de abertura “Nazi Rock” conta a história de soldados da SS vestidos como drag queens, dançando durante a “Noite das Facas Longas”. Esta canção, juntamente com outras faixas do álbum, como “Eva” e “SS no Uruguai” obviamente acarretou problemas e mais polêmica à Gainsbourg, por tratar de um assunto sério de forma sarcástica.
Esse fato incitou o ódio entre os seus conterrâneos. Gainsbourg passou uma temporada na Jamaica, onde gravou seu álbum com inspiração reggae em 197. "Aux Armes Et Caetera", tem uma de suas faixas um cover do hino nacional francês, "La Marseillaise". O álbum foi uma colaboração com lendas do reggae Sly & Robbie, que acompanhou Gainsbourg em uma turnê cheia de ameaças de bomba, cancelamentos e descontentes pára-quedistas protestando. No entanto, como sempre Gainsbourg com estilo, conseguiu reverter a polêmica à seu favor, e o álbum se tornou um dos que mais rápidos foi vendidos em sua carreira. "Aux Armes Et Caetera" vendeu mais de 600.000 cópias na França e é considerado um dos primeiros álbuns que trouxe o reggae para o meio comercial. 
Gainsbourg alegou que precisava da influência da cor preta para conter a atividade incansável de seu cérebro. Transformou a casa em que morava com Jane Birkin e suas filhas (entre elas a famosa atriz Charlotte Gainsbourg) em um museu cheio de objetos extravagantes, e belos, mas que demonstravam certo desequilíbrio emocional da parte do compositor. Segundo Birkin, o descontrole de Serge era tanto, que ele sabia se qualquer objeto fosse movido, ou mudado de lugar, e tinha que estar sempre do jeito que ele queria. Gainsbourg não conseguir tratar sua casa como um lar, e sim como um museu de inspiração é um dos motivos pelo qual Jane Birkin o deixa em 1980.     
Por um lado, isso era ilegal sim, mesmo se você é Serge Gainsbourg. 1984 viria a ser um dos seus anos mais audaciosos, ao vê-lo causar todos os tipos de ovações. Foi neste ano que Gainsbourg queimou uma nota de 500 francos ao vivo pela TV francesa em um protesto contra a tributação pesada. Apesar de um crime punível por lei, Gainsbourg queria sentir a vivacidade de uma direção diferente. Como uma reação ao comportamento extravagante de seu pai, os colegas de Charlotte Gainsbourg revidaram colocando fogo em sua  lição de casa, punindo-a pelo desrespeito de seu pai pelo dinheiro.
 Isso causou um dos maiores escândalos da carreira de Gainsbourg. Charlotte com 12 anos de idade em 1984 (como mencionado anteriormente, um dos seus anos mais grotesco), a canção gravada provocou polêmica na França, e até foi manchete na Grã-Bretanha. O título para Gainsbourg foi uma brincadeira entre as palavras “incest” (incesto) e “zest” (entusiasmo) e foi considerado bastante chocante, mas foi o vídeo da música que gerou a maior polêmica e milhares de reclamações. A jovem Charlotte foi filmada em uma camisola e calcinha deitada numa cama com o Serge sem camisa, cantando sobre "o amor que nós nunca vamos fazer juntos". O mundo ficou indignado, mas a publicidade levou a um aumento de vendas de álbuns de Serge e Charlotte  posteriormente fez uma quantia enorme de dinheiro, provando que a receita Gainsbourg para o sucesso, mais uma vez, caminhava para ser um vencedor. 
  Olhando novamente para 1984, como se inspirado nas idéias de autoridade da batalha de George Orwell, Gainsbourg, mais uma vez conseguiu a indignação da nação. Neste mesmo ano “Love On the Beat” foi lançado, o título do álbum a ser uma brincadeira com a palavra "bite", um termo coloquial francês que significa "pênis". O álbum foi cercado de polêmica por conta do emprego do trocadilho sexual, além de conter em suas faixas Lemon Incest. “Love On the Beat” tornou-se seu álbum mais provocativo.
Depois de apresentar no principal show de TV no horário nobre da França apresentado por Michel Drucker em 1986, Houston viu-se sentada ao lado do maior sedutor da França para um bate-papo pós-show. Mal sabia ela que os elogios recebidos por Gainsbourg. desembocariam numa frase um tanto quanto desrespeitosa. Gainsbourg, claramente em Inglês informou o anfitrião do programa que ele queria "foder" a cantora. Houston, sem reação corou as bochechas, e o cenário nunca foi esquecido desde então.
 Como se a histeria em torno "Lemon Incest'' não tivesse sido drama suficiente para Gainsbourg, em 1986, Serge deu um passo adiante quando escreveu e dirigiu “Charlotte Forever”, a história de uma jovem (interpretada por sua própria filha Charlotte) que vive com seu pai viúvo e alcoólatra. O filme entrelaça histórias de incesto e tendências suicidas, o que dificultou o entendimento do público francês, que achou a produção desagradável e de extremo mau-gosto. Esta reação desagradou todos os envolvidos no filme e como forma de recompensar sua filha Serge escreveu-lhe um álbum com o mesmo nome (“Charlotte Forever”) baseado em duetos. Seu público o perdoou, e Serge passou a gravar seu último disco, um álbum de rap intitulado “You're Under Arrest”.

Serge Gainsbourg foi encontrado morto depois de sofrer outro ataque cardíaco em sua casa. Sua decisão de evitar outro ataque cardíaco bebendo e fumando não funcionou muito bem, como já era previsto.
No dia em que morreu, a França inteira parou ao ouvir a notícia, e os fãs correram para sua casa para prestar homenagem à estrela do rock mais ilustre do país. François Mitterrand, o presidente na época, descreveu Gainsbourg como "Nosso Baudelaire, nosso Apollinaire ...Ele elevou a canção ao nível da arte". Apesar de deixar um legado de drama, escândalo e controvérsia, Gainsbourg é lembrado agora muito mais pela sua capacidade artística, música e carisma Serge Gainsbourg ainda é um ícone da cultura francesa e mundial, que por mais polêmica que causou, é adorado e aclamado por todos. Ele também conseguiu o que queria, levou todos a falar dele, mesmo 20 anos após sua morte. Genial.

A cinebiografia Gainsbourg - O Homem Que Amava as Mulheres estreia dia 8 de julho nos cinemas brasileiros. Veja o trailer aqui:

3 de mar. de 2011

Natalie Portman, Gainsbourg e os comentários de John Galliano

Imagens: Divulgação
Você quer saber qual a ligação entre Natalie Portman, Gainsbourg e os comentários de John Galliano?

Tudo começou na semana passada, quando o estilista da Dior, John Galliano agrediu um casal de judeus em Paris e logo depois foi divulgado um vídeo que mostrava o  britânico fazendo comentários antissemitas, insultando judeus e declarando que amava Hitler.

E neste último domingo, na cerimônia do Oscar - em que o filme Incêndios (lançado pela Imovison) concorria como Melhor Filme Estrangeiro - foi divulgado um comercial da Dior, estrelado por Natalie Portman, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz na premiação. Além de ser estrelado pela atriz, o comercial era embalado pela música "Je t'aime moí non plus", do músico Serge Gainsbourg.

John Galliano foi infeliz em seus comentários, pois além de ofender toda uma nação, ele conseguiu ofender os dois pilares que sustentavam a nova campanha da Dior: Natalie Portman e a memória do músico Serge Gainsbourg.

Como vocês sabem o ícone da música francesa, Serge Gainsbourg é judeu e a atriz também. Ela se declarou indignada com os comentários do estilista e ainda disse que não quer ter ligação nenhuma com Galliano, tanto que apoiou a decisão da Dior em demiti-lo.

“Eu estou completamente chocada e enojada com o vídeo de John Galliano que veio à tona hoje. Tenho orgulho de ser judia e não quero ser associada a ele de jeito nenhum. Eu espero que esses comentários nos levem a refletir e agir para combater esses preconceitos que vão contra tudo o que é bonito”, disse a atriz.

Neste momento o estilista britânico foi intimado pelo Ministério Público francês e irá responder judicialmente pelo crime de ofensas raciais. Após essa intimação, ele negou que havia dito algo que insultasse os judeus, mas em comunicado divulgado por seus advogados, pediu perdão por seus atos.

A Imovison, que irá lançar o filme Gainsbourg: O Homem Que Amava as Mulheres, é contra os comentários de John Galliano e apoia a liberdade e o direito religioso.

Abaixo, você assiste o comercial da Dior, estrelado por Natalie Portman e embalado pela música "Je t'aime moí non plus", de Serge Gainsbourg.

2 de mar. de 2011

20 anos sem Gainsbourg, o homem que amava as mulheres

Hoje você acompanhou aqui no blog da Imovision um artigo contando um pouco da vida do ícone da música francesa, Serge Gainsbourg, que morreu há 20 anos, deixando saudades e uma fama inquestionável. E como vocês sabem ainda neste ano, a Imovision lancará o filme "Gainsbourg - O Homem Que Amava as Mulheres", que foi premiado na cerimônia de entrega do César 2011, nas categorias: Melhor Ator para Eric Elmosnino, Melhor Primeiro Filme e Melhor Som.

Para homenagear esse ícone da música francesa nós, além de divulgarmos a data de lançamento do filme, sobre a vida de Serge Gainsbourg, hoje preparamos um spot de TV.

Abaixo você confere o spot, mostrando um pouco do que vocês podem conferir nos cinemas no dia 24 de junho.



O filme "Gainsbourg - O Homem Que Amava as Mulheres" conta com roteiro e direção de Joann Sfar e é estrelado por Eric Elmosnimo, Lucy Gordon, Letitia Casta e Anna Mouglalis.

Veja a sinopse oficial a abaixo:

"Serge Gainsbourg, um jovem judeu que vaga por Paris. É a história de um jovem e tímido poeta que deixa para trás suas pinturas e seu quarto para deslumbrar as platéias de clubes noturnos e tomar o mundo com seu talento nos turbulentos anos 60.

É uma vida “heróica”, onde as criaturas de sua cabeça ganham corpo na tela, e sua eloquência combina com seus escandalosos casos de amor com lindas mulheres como Brigitte Bardot e Janes Birkin.

Desses elementos nasce um trabalho subversivo que cresce e agita o mundo inteiro.
"

Serge Gainsbourg, há 20 anos...

Hoje, dia 02 de março de 2011, completa 20 anos que o músicao Serge Gainsbourg partiu, deixando sua marca de sucesso pelo mundo todo. E por isso, hoje a Imovision conta um pouco da história de Gainsbourg, deixando uma homenagem ao homem polêmicos que foi Gainsbourg.

Serge Gainsbourg nasceu no dia 02 de abril de 1928, em Paris. Filho de judeus, ele foi iniciado ao cenário musical por vontade de seu pai, que era um pianista. Em meados dos anos 60, o jovem e tímido poeta deixou para trás suas pinturas para se tornar músico, a partir de uma promessa que fez ao seu pai.

Seu primeiro disco foi "Du Chant à la Une!", lançado em 1958. Alguns anos após o lançamento deste primeiro vinil, Serge Gainsbourg viu sua carreira decolar no ano de 1966, quando começou a compor e a empresariar a jovem cantora France Gall. Dois anos depois começava uma de suas melhores parcerias, seu affair com Brigitte Bardot, que rendeu memoráveis músicas.

Além de escrever para Brigitte Bardot, o músico também compôs para vários outros nomes importantes da época, entre eles estão Juliette Gréco, Françoise Hardy, France Gall, Jacques Dutronc, Catherine Deneuve, Alain Chamfort, Alain Bashung, Anna Karina, Isabelle Adjani, Vanessa Paradis e Jane Birkin.

Além de sua brilhante carreira como músico, Serge Gainsbourg foi cineasta e ator, ele assinou a direção de 5 filmes e atuou em mais 20. Dentre os filmes que dirigiu está "Je t'aime... moi non plus", estrelado por Jane Birkin - que foi sua esposa.

Algo que poucos sabem é que a música "Je t'aime... moi non plus", foi escrita para Brigitte Bardot, mas ela ficou com medo da repercussão que o dueto daria e decidiu não grava-la. Mas Gainsbourg achou a substituta perfeita, Jane Birkin, com quem foi casado e teve uma filha, a Charlotte Gainsbourg.

Serge Gainsbourg deixou saudades e ficou conhecido no mundo todo, não somente por sua carreira como músico, ator ou diretor, também por ser "O homem que amava as mulheres".

21 de jan. de 2011

Filmes da Imovision lideram indicações do César 2011

36ª edição do prêmio César do cinema francês será celebrado no dia 25 de fevereiro, e será presidida pela diretora e atriz Jodie Foster.

Como Arrasar um Coração
- Melhor Filme
- Melhor Ator
- Melhor Ator Coadjuvante
- Melhor Atriz Coadjuvante
- Melhor Filme de Estréia

Dos Homens e dos Deuses
- Melhor Filme
- Melhor Diretor
- 2 Indicações para Melhor Ator Codjuvante
- Melhor Roteiro
- Melhor Fotografia
- Melhor Direção de Arte
- Melhor Som
- Melhor Montagem

Gainsbourg
- Melhor Filme
- Melhor Ator
- Melhor Atriz Coajuvante
- Melhor Filme de Estréia
- Melhor Fotografia
- Melhor Direção de Arte
- Melhor Som
- Melhor Montagem

Mamuth
- Melhor Filme
- Melhor Ator
- Melhor Roteiro

Turnê
- Melhor Filme
- Melhor Diretor
- Melhor Roteiro
- Melhor Fotografia
- Melhor Figurino
- Melhor Som
- Melhor Montagem

Potiche
- Melhor Atriz
- Melhor Atriz Coadjuvante
- Melhor Adaptação
- Melhor Figurino

Vênus Negra
- Melhor Revelação Feminina