As Neves do Kilimanjaro, de Robert Guédiguian, tem estreia esperada para março de 2012.
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17 de jan. de 2012
Em Breve - As Neves do Kilimanjaro
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A mais nova produção do diretor franco-armênio Robert Guédiguian já é um sucesso perante a crítica internacional, vencendo o Prêmio Lux, do Parlamento Europeu e também o Festival Internacional de Cinema de Valladolid, na Espanha, ambos como Melhor Filme, As Neves do Kilimanjaro acompanha o raro estilo do diretor e ainda conta com a presença de sua musa, a atriz Ariane Ascaride como protagonista. A história de Michel e Marie-Claire é contada de forma clara; casados há 30 anos, vivem em harmonia com seus filhos e netos, além de estarem sempre próximos aos amigos. O casal, além desta vida, baseada em sua felicidade, também se orgulham do engajamento político que possuem, além de se considerarem extremamente abertos, com uma mentalidade moderna.
Tudo pode parecer bem, a priori, como geralmente os filmes de Guédiguian seguem em um padrão, pelo menos até um grande acontecimento que muda totalmente o clima que o enredo tomaria. No caso de As Neves do Kilimanjaro, um fato, no caso da produção, um verdadeiro assalto é apresentado a ponto que toda a concepção estrutural vivida por Michel e Marie-Claire se quebre em diferentes paradigmas. O casal é abordado violentamente e os assaltantes levam todo o dinheiro guardado por eles para fazer uma viagem ao monte Kilimanjaro. Esta situação muda quando os autores do ataque são descobertos, fazendo com que tanto Michel e Marie-Claire quanto seus espectadores. Guédiguian, como sempre, choca e emociona seu fiel público, com um horizonte único que retrata as mais profundas experiências humanas e sociais.
O filme acaba de vencer o Prêmio Lux, da União Europeia, na categoria de Melhor Filme. O prêmio destinado a ele, no valor de 87 mil euros, será utilizado para legendagem nas 23 línguas oficiais da união europeia, além das adaptações necessárias a deficientes auditivos e visuais.
Qual é o futuro do cinema iraniano?
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(fonte especial: RIA Novosti)
Desde uma vanguarda que surgiu em um país marcado por suas constantes reviravoltas políticas e sociais, a cinematografia iraniana começou a ganhar destaque mundial em pouco tempo, consagrando-se como uma forma única de cinema, feita por diretores cuja percepção difere da sobriedade artística proveniente de Hollywood.
| Abbas Kiarostami e Juliette Binoche |
Com os constantes conflitos existentes no país, palco de inúmeras guerras, protestos, prisões e mais mortes, o cinema de Teerã e região nos pareceu profundamente ligado ao seu cotidiano, dando aos espectadores um panorama completo sobre como caminha o tão distante país. Desde o início do século XX, passando por grandes transformações, especialmente a partir da década de 80, na chamada "New Wave iraniana", que criticava de forma direta o tradicional islamismo e mostrava um país que, aos poucos tentava modernizar sua mentalidade. Com inspiração no neorrealismo italiano e na nouvelle vague francesa, além do kino-pravda russo, criado por Dziga Vertov, os diretores iniciaram um processo que culminou em um reconhecimento pleno desta luta perante a passividade do cinema oficial (como se chama hoje o cinema patrocinado pelo governo do Irã) e, especialmente, de uma épica batalha pela liberdade de expressão em um país de tradições culturais tão fechadas. O pioneiro deste cinema novo foi Abbas Kiarostami, hoje, mundialmente conhecido a partir de premiações em festivais internacionais, como a grande produção O Gosto da Cereja, vencedor da Palma de Ouro em Cannes e com seu mais novo filme, que causou comoção na crítica internacional Cópia Fiel, que conta com a atuação de Juliette Binoche.
| Jafar Panahi em prisão domiciliar - Maio de 2010 |
No contexto atual, que se pauta nos últimos anos até hoje, a presença de uma forte opressão assombra o cinema independente iraniano. Um dos casos mais polêmicos envolve o diretor Jafar Panahi, condenado a prisão domiciliar, além de vinte anos proibido de dirigir e escrever para produções cinematográficas. Em 2010, sua casa foi invadida e sua coleção apreendida. Após 88 dias preso, passando por greve de fome e uma proibição de comparecer ao Festival de Cinema de Veneza, Panahi se tornou símbolo de uma luta internacional, que incluiu inúmeros artistas, de Steven Spielberg a Michael Moore, passando pelos irmãos Dardenne e Francis Ford Coppola, que se conscientizaram perante a questão da liberdade de expressão dos artistas iranianos e hoje lutam pela liberdade do próprio Panahi, a partir do reconhecimento de uma produção quase que confidencial, Isto Não É um Filme, gravado de forma caseira, que de uma forma direta com seus espectadores, mostrava o seu cotidiano encarcerado - o estopim para a comoção, primeiramente em Cannes e que depois assumiu o porte mundial.
| Asghar Farhadi recebe o Globo de Ouro ao lado do ator Peyman Moaadi (Nader) |
A Separação, de Asghar Farhadi é o mais novo vencedor do Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, além dos incontáveis prêmios obtidos mundialmente. Uma história simples, que envolve um casal instruido de classe média que luta por um divórcio digno, encabeça um debate muito mais profundo sobre as circunstâncias do sistema judiciário iraniano, abrindo-se ao público inteiramente, como se Nader e Simin fossem seus próprios parentes. Um enredo intenso é o que marca A Separação, um ritmo natural e humano, com a presença de personagens muito mais realistas do que o cinema ocidental já pensou em possuir foi o que levou Asghar Farhadi ao êxtase por onde passava. Já se sabe que A Separação é um forte concorrente ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2012.
A última notícia que temos sobre a situação do cinema no Irã se relaciona ao fechamento da Casa do Cinema, uma instituição independente, que foi fechada na última semana pelo ministro da cultura do país, tendo como motivo a sua ilegitimidade como instituição. Uma instituição que existe a mais de vinte anos e mais de 5.000 membros foi declarada como inútil por motivos incertos. O que é certo é que a Casa da Cinema, além de apoiar projetos criativos, também suportava com verba o cinema independente. Suas portas fechadas, com certeza quebrará o último canal autônomo de liberdade de expressão naquele país que agora não nos parece tão distante.
(fonte especial: RIA Novosti)
30 de nov. de 2011
Mostra "Filme em Foco", na Estação SESC Botafogo exibirá filmes da Imovision
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De fato, a Mostra "Filme em Foco" abordará diversos temas de interesse geral do público, além de, claro, exibir obras realistas e contemporâneas. De 2 a 15 de dezembro, na Estação SESC Botafogo.
A Mostra "Filme em Foco", que estará em exibição de 2 a 15 de dezembro na Estação SESC Botafogo contará com 14 filmes no total, sendo 7 deles inéditos e 7 já lançados ao longo do ano. Após cada filme, o público também poderá contar com um debate informal, que contará com personalidades de áreas diversas.
Dentre os filmes exibidos, seis títulos são de produções distribuídas pela Imovision e a Mostra contará com títulos inéditos no circuito comercial, como A Guerra Está Declarada e filmes que estiveram em cartaz nos últimos meses, como Incêndios.
Os filmes distribuidos pela Imovision que serão exibidos são:
Incêndios, de Denis Villeneuve - um dos filmes mais vistos no Circuito Estação (35 semanas em cartaz), será comentado pela filósofa Silvia Pimenta e pela crítica, jornalista e roteirista Susana Schild.
Incêndios concorreu ao Oscar 2011 e foi aclamado pela crítica internacional.
Homens e Deuses, de Xavier Beauvois, analisado pela teóloga Maria Clara Bingemer.
O filme conta a história da conturbada relação política na Argélia, onde os protagonistas são monges franceses que se veem cercados por um conflito que parece não ter solução.
A Guerra Está Declarada, de Valérie Donzelli – sucesso de bilheteria na França, analisado pelo crítico e jornalista Pedro Butcher.
A história verdadeira da diretora Valérie Donzelli é mostrada com um toque único, ao mostrar sua vida envolvida em um problema devastador: a doença de seu filho pequeno.
Românticos Anônimos, a "comédia romântica e achocolatada", de Jean-pierre Améris será abordada pela crítica e escritora Maria Silvia Camargo.
Românticos Anônimos mostra a história de Jean-Reneé e Angelique, duas pessoas com uma imensa paixão pelos chocolates (ele, dono de uma fábrica de chocolates e ela, uma especialista no assunto) que, ao mesmo tempo, precisam aprender a lidar com os sentimentos, com a ansiedade e a timidez.
Isto Não É um Filme, de Jafar Panahi e Mojtaba Mirtahmasb – o Irã e o Cinema, segundo a cineasta Ana Azevedo e o critico e jornalista Andre Miranda.
Um retrato crítico sobre a real situação do diretor Jafar Panahi, iraniano, que foi condenado. Agora, ele precisa encontrar uma solução para a sua sentença: a de não poder mais produzir filmes nos próximos 20 anos.

Cairo 678, de Mohamed Diab – analisado pela pesquisadora e crítica Patrícia Rebello.
Em Cairo 678, a situação de mulheres comuns é colocada a prova nesta produção, que vai além do convencional e chega a uma profunda reflexão sobre a violência contra a mulher no Egito.
De fato, a Mostra "Filme em Foco" abordará diversos temas de interesse geral do público, além de, claro, exibir obras realistas e contemporâneas. De 2 a 15 de dezembro, na Estação SESC Botafogo.
8 de nov. de 2011
Grandes apostas da Imovision são destaque em festival no Rio Grande do Sul
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Fausto, de Aleksander Sokurov
Fausto é um pensador, um rebelde e um pioneiro, mas também um ser humano anônimo feito de carne e sangue governado por impulsos internos, cobiça e luxúria. Última parte da tetralogia de Sokurov sobre a natureza do poder, o filme é livremente inspirado pelo Fausto de Goethe. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.
No elenco: Johannes Zeiler, Anton Adasinsky, Isolda Dychauk, Hanna Schygulla
A 8ª Seleção de Filmes, festival que começa no próximo dia 17, contará com produções inéditas da Imovision. O festival terá lugar nos shoppings da rede Bourbon, do Rio Grande do Sul nas cidades de Porto Alegre, Novo Hamburgo e São Leopoldo e contará com a presença de 14 longas no circuito, alguns com previsão de estreia comercial prevista para os próximos meses.
Os destaques do Festival ficam por conta dos filmes de Aleksander Sokurov, com o aclamado Fausto (Leão de Ouro em Veneza), dos irmãos Dardenne, por O Garoto da Bicicleta (Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes) e Aki Kaurismäki, com O Porto (prêmio da crítica no Festival de Cannes). Dentre os 14 filmes, entre nacionais e estrangeiros, o circuito gaúcho se interessa na repercussão pelas quais estas produções se destacam. As obras foram escolhidas minunciosamente, ora pela exclusividade de exibição no Rio Grande do Sul, ora por grandes prêmios e apostas, como em A Guerra Está Declarada, de Valérie Donzelli, o representante francês na corrida do Oscar.
A 8ª Seleção de Filmes (antiga Seleção Bourbon) trata de uma consolidada experiência ao público gaúcho que, antes mesmo dos lançamentos oficiais, tem uma ótima oportunidade de ser apresentado a grandes obras cinematográficas, tudo em primeiríssima mão. A programação detalhada, com horários e locais de exibição de cada um dos longas, será divulgada nos próximos dias.
Saiba mais sobre os filmes da Imovision que estarão na 8ª Seleção de Filmes:
O Porto, de Aki Kaurismaki
O Porto conta a bonita história de amizade entre um senhor aposentado e uma criança africana que se perde de seus pais enquanto tentava entrar clandestinamente na Inglaterra. O filme recebeu cinco indicações no Festival de Cannes de 2011, incluindo a Palma de Ouro.
No elenco: André Wilms, Kati Outinen, Jean-Pierre Darroussin, Blondin Miguel, Elina Salo.
A Guerra Está Declarada, de Valérie Donzelli
Um casal, Roméo e Juliette. Uma criança, Adam. Um guerra, a doença. E sobretudo uma grande história de amor, a deles. O filme ganhou três prêmios no Festival de Cinema de Paris, incluindo o prêmio do juri e do público de melhor direção.
No elenco: Valérie Donzelli, Jérémie Elkaïm, César Desseix, Gabriel Elkaïm.
Fausto é um pensador, um rebelde e um pioneiro, mas também um ser humano anônimo feito de carne e sangue governado por impulsos internos, cobiça e luxúria. Última parte da tetralogia de Sokurov sobre a natureza do poder, o filme é livremente inspirado pelo Fausto de Goethe. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.
No elenco: Johannes Zeiler, Anton Adasinsky, Isolda Dychauk, Hanna Schygulla
Cyril tem quase 12 anos e apenas um plano: encontrar seu pai, que o deixou temporariamente em um orfanato. Por acaso, ele conhece Samantha, que administra um salão de cabeleireiro e concorda em deixá-lo ficar com ela nos fins de semana. Mas Cyril não reconhece o amor que Samantha sente por ele, um amor que ele precisa desesperadamente para acalmar sua raiva.
No elenco: Thomas Doret, Cécile De France, Jérémie Renier
15 de jul. de 2011
“Febre do Rato”, que será distribuído pela Imovision, é o grande vencedor do Paulínia Festival de Cinema
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Ontem foi a premiação do Paulínia Festival de Cinema e o filme “Febre do Rato”, de Cláudio Assis, que será distribuído pela Imovision, foi o grande vencedor da noite. O filme foi premiado em 8 categorias, incluindo "Melhor Filme", "Melhor Ator" e "Melhor Atriz".
Ao ser premiado, o diretor Cláudio Assis falou sobre a premiação e também sobre o Paulínia Festival de Cinema: “Não rodei meu filme em Paulínia, porque ele se passa todo no Recife. Mas quero muito que esse projeto permaneça, que isso aconteça. Eu aposto que isso dê certo, que essa semente não murche. Que vocês de Paulínia sejam um exemplo pro que é a cultura do cinema. Parabéns”.
• Melhor Filme Ficção - "Febre do Rato", Cláudio Assis
• Melhor Ator - Irandhyr Santos, "Febre do Rato"
• Melhor Atriz - Nanda Costa, "Febre do Rato"
• Melhor Fotografia - Walter Carvalho, "Febre do Rato"
• Melhor Montagem - Karen Harley, "Febre do Rato"
• Melhor Direção de Arte - Renata Pinheiro, "Febre do Rato"
• Melhor Trilha Sonora - Jorde Du Peixe, "Febre do Rato"
• Melhor Longa Ficção - Claudio Assis, "Febre do Rato" (JÚRI DA CRÍTICA)
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| Febre do Rato, grande vencedor do Paulínia Festival de Cinema |
Os atores Irandhyr Santos e Nanda Costa, premiados como Melhor Ator e Melhor Atriz, falaram sobre Febre do Rato e sobre o diretor Cláudio Assis.
“Cláudio, fazer cinema com você é aprender a olhar o mundo de maneira honesta”, disse Irandhyr Santos no palco. Já, Nanda Costa, que interpreta Eneida no filme, citou uma frase de Clarice Lispector ao agradecer ao prêmio: “Depois do medo, vem o mundo. É isso que a gente do filme acredita”.
O filme "Febre do Rato" conta a história de Zizo (Irandhir Santos), ele é um poeta inconformado e anarquista, que banca a publicação de seu tablóide. Em seu mundo próprio, onde ajudar os necessitados é uma mistura de benefício com maldade, ele conhece Eneida (Nanda Costa). A partir de então suas convicções começam a ruir, já que se vê diante de conflitos entre os interesses da coletividade e suas próprias vontades.
8 de jun. de 2011
Hoje é abertura do Festival Varilux de Cinema Francês
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O Festival Varilux de Cinema Francês começa hoje, dia 8, e vai até o dia 16 de deste mês. O festival acontece nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Brasília, Campos, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, João Pessoa, Juiz de Fora, Macaé, Maceió, Natal, Porto Alegre, São Luís, Santos, Salvador, Recife e Vitória. Em Fortaleza, o Varilux ocorrerá no período de 16 a 23 e, em Belo Horizonte, entre 24 e 30 de junho.
O festival está recheado de ótimas exibições de filmes, e conta com presenças de diretores e de atrizes francesas, entre elas Catherine Deneuve e Audrey Tautou. Deneuve prestigia a pré-estreia do filme que protagonizou, o longa "Potiche: Esposa Troféu", que será exibido na abertura oficial do Festival Varilux de Cinema Francês hoje. Sandrine Bonnaire, Aure Atika, Caroline Bottaro, Philippe Martin, Alain Gagnol e Nicolas Vannier, também estarão presentes.
Antes da abertura oficial com "Potiche: Esposa Troféu", às 20h00, outros filmes já estarão sendo exibidos no Festival: Um Gato em Paris, de Alain Gagnol; Lobo, de Nicolas Vannier; Uma Doce Mentira, de Philippe Martin; Copacabana, de Aure Atika; e Xeque-Mate, de Caroline Bottaro.
Amanhã, dia 09/06, serão exibidos "O Pai dos Meus Filhos", "Simon Werner Desapareceu" e "Vênus Negra", que conta com a presença da atriz Yahima Torres que protagonizou a polêmica produção de Abdellatif Kechiche.
Além da difusão cultural, o festival também abre portas para uma maior divulgação do cinema europeu, que cada vez mais conquista seu espaço nos cinemas brasileiros.
O Festival Varilux de Cinema Francês acontece nessa quarta e quinta-feira no Reserva Cultural situado na Av. Paulista.
Para mais informações acesse o site do Reserva Cultural.
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